segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ajuda-te e o céu te ajudará...

Narra-se que um sábio caminhava com os discípulos por uma estrada tortuosa, quando encontraram um homem piedoso que, ajoelhado, rogava a Deus que o auxiliasse a tirar seu carro do atoleiro.

Todos olharam o devoto, sensibilizaram-se e prosseguiram.
Alguns quilômetros à frente, havia um outro homem que tinha, igualmente, o carro atolado num lodaçal. Esse, porém, esbravejava reclamando, mas tentava com todo empenho liberar o veículo.

Comovido, o sábio propôs aos discípulos ajudá-lo.

Reuniram todas as forças e conseguiram retirar o transporte do atoleiro.
Após os agradecimentos, o viajante se foi feliz.

Os aprendizes surpresos, indagaram ao mestre:
- Senhor, o primeiro homem orava, era piedoso e não o ajudamos.
- Este, que era rebelde e até praguejava, recebeu nosso apoio.
- Por quê?
Sem perturbar-se, o nobre professor respondeu:
- Aquele que orava, aguardava que Deus viesse fazer a tarefa que a ele competia.
- O outro, embora desesperado por ignorância, empenhava-se, merecendo auxílio.

Muitos de nós costumamos agir como o primeiro viajante. Diante das dificuldades, que nos parecem insolúveis, acomodamo-nos, esperando que Deus faça a parte que nos cabe para a solução do problema.
Nós podemos e devemos empregar esforços para melhorar a situação em que nos encontramos.
Há pessoas que desejam ver os obstáculos retirados do caminho por mãos invisíveis, esquecidas de que esses obstáculos, em sua maioria, foram ali colocados por nós mesmos, cabendo-nos agora, a responsabilidade de retirá-los.
Alguns se deixam cair no amolentamento, alegando que a situação está difícil e que não adianta lutar.
Outros não dispõem de perseverança, abandonando a luta após ligeiros esforços.
Com propriedade afirma a sabedoria popular que pedra que rola não cria limo, sugerindo alteração de rota, movimento, dinamismo, realização.

Não basta pedir ajuda a Deus, é preciso buscar, conforme o ensino de Jesus:
"Buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á."

Devemos, portanto, fazer a nossa parte que Deus nos ajudará no que não estiver ao nosso alcance resolver.


(autor desconhecido)

Gratidão

O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída, quando uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrine.
Os olhos da cor do céu, brilhavam quando viu um determinado objeto.

Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesa azul.
- É para minha irmã.
- Pode fazer um pacote bem bonito? diz ela.
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto de dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós.
Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse:
- Isso dá?
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, quero dar este presente para minha irmã mais velha.
Desde que morreu nossa mãe ela cuida da gente e não tem tempo para ela.
É aniversário dela e tenho certeza que ficará feliz com o colar que é da cor de seus olhos.
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome!, disse para a garota.
- Leve com cuidado.
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou à loja.
Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah!, falou o dono da loja.
- O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
A moça continuou:
- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas!
- O colar é verdadeiro, não é?
- Ela não teria dinheiro para pagá-lo!
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar.
DEU TUDO O QUE TINHA.
O silêncio encheu a pequena loja e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem enquanto suas mãos tomavam o pequeno embrulho.


(autor desconhecido)

Esperança!

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar à parte dos destroços para poder ficar boiando.

Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação, e agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e com os restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu.
Nos dias seguintes a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado ele se revoltou, gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?" Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

- Viemos resgata-lo. Disseram.
- Como souberam que eu estava aqui? - Perguntou ele.
- Nós vimos o seu sinal de fumaça!

(autor desconhecido)

Na hora em que nos achamos mais abandonados, mais sozinhos é quando estamos mais bem acompanhados do nosso Pai, que nunca nos deixa à deriva, disso se conclui que nunca devemos perder as esperanças, porque por maior que possa ser o problema a solução virá no momento oportuno.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Receita contra o egoísmo

1- Procure esquecer o lado escuro da personalidade do próximo.
2- Aprenda a ouvir com calma os longos apontamentos do seu irmão, sem o impulso de interromper-lhe a palavra.
3- Olvide a ilusão de que seus parentes são as melhores pessoas do mundo e de que a sua casa deve merecer privilégios especiais.
4- Não dispute a paternidade das idéias proveitosas, ainda mesmo que hajam atravessado o seu pensamento, de vez que a autoria de todos os serviços de elevação pertence, em seus alicerces, a Jesus, nosso Mestre e Senhor.
5- Não cultive referências à sua própria pessoa, para que a vaidade não faça ninho em seu coração.
6- Escute com serenidade e silêncio as observações ásperas ou amargas dos seus superiores hierárquicos e auxilie, com calma e bondade, os companheiros ou subalternos, quando estiverem tocados pela nuvem da perturbação.
7- Receba com carinho as pessoas neurastênicas ou desarvoradas, vacinando seu fígado e a sua cabeça contra a intemperança mental.
8- Abandone toda a espécie de crítica, compreendendo que você poderia estar no banco da reprovação.
9- Habitue-se a respeitar as criaturas que adotem pontos de vista diferentes dos seus e que elegeram um gênero de felicidade diversa da sua, para viverem na terra com o necessário equilíbrio.
10- Honre a caridade em sua própria casa, ajudando em primeiro lugar aos seus próprios familiares, através do rigoroso desempenho de suas obrigações, para que você esteja realmente habilitado a servir ao mundo e à humanidade, hoje e sempre.

(Autor Chico Xavier - Por André Luiz)

O Otimista

João era o tipo do cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
- Se melhorar estraga.

Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.
Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, João estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
- Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como você faz isso?
Ele me respondeu:
- A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, João, você tem duas escolhas hoje.
Pode ficar de bom humor ou de mau humor.
Eu escolho ficar de bom humor.
Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.
Eu escolho aprender algo.
Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
- Certo, mas não é fácil, argumentei.
- É fácil, disse-me João.
A vida é feita de escolhas.
Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha.
Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor.
É sua a escolha de como viver a sua vida.

Eu pensei sobre o que João disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que João cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã, foi rendido por assaltantes.
Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei João mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, ele respondeu:
- Se melhorar estraga.
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
- Quer ver minhas cicatrizes?
Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.
- A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu.
Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer.
Escolhi viver.
- Você não estava com medo? perguntei.
- Os paramédicos foram ótimos.
Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom.
Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado.
Em seus lábios eu lia: "esse ai já era".
Decidi então que tinha que fazer algo.
- O que fez?, perguntei.
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.
Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa.
Eu respondi: "sim".
Todos pararam para ouvir a minha resposta.
Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!"
Entre as risadas lhes disse:

"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto."

João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças à sua atitude.
Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.
Afinal de contas...

 "ATITUDE É TUDO"


(autor desconhecido)
Com os nossos pensamentos e palavras, construimos o verdadeiro mundo em que vivemos.


Por isso, nossa vida e nossa felicidade dependem exclusivamente de nossos pensamentos e de nossas palavras.

Vigie o momento presente, para que seu futuro seja feliz.

Plante sementes de otimismo e de amor, para colher amanhã os frutos da alegria e da felicidade.



(Minutos de Sabedoria)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O Acusado

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do senhor.
- Vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e em outro pedaço a palavra CULPADO.  - Você irá sortear um dos papéis e aquele que sair será o veredito.

 - O senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.
Não havia saída.
Não havia alternativas para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e pressentindo uma vibração aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que você fez?
E agora? Como vamos saber qual seu veredito?

- É muito fácil, respondeu o homem.
- Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

MORAL DA HISTÓRIA:

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento.
Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.
Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.
Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos. Creia que você pode conseguir.

(autor desconhecido)

Artífice do Destino

Se pensarmos melhor, melhor seremos.
Isso é lei básica do pensamento.
A energia segue automaticamente o que pensamos.
Logo, melhora as energias quem pensa melhor.

Quem pensa em melhorar, melhora só de pensar.
O pensamento é o artífice do destino.
Cada pensamento é um sulco na mente,
Por onde correm as energias e os sentimentos.

Cada escolha, modos do pensamento.
Cada ato, escolha do pensamento.
Cada destino, modos de escolha.
Cada um é o que pensa!

Quem pensa, escolhe; Quem semeia, colhe.
Quem planta cerejas, colherá cerejas.
Quem semeia vento, colherá tempestade.
Quem semeia luz, já melhora, só por semear.

Cada ato é pensamento exteriorizado.
Cada palavra é a sonorização do pensamento.
Cada gesto é movimento do pensamento.
Cada energia manifestada, modos do pensamento.

Pensamos, logo existimos.
Ou, melhor, existimos porque pensamos.
Ou, seria mais acertado dizer:
"Pensamos, logo complicamos!"

O pensamento vai e vem pelos sulcos...
Sua natureza é o movimento.
E esse é o seu tormento: a agitação.
O remédio: a meditação.


(Conceição Trucom)

Perdoar


Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola.
Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.
Um belo dia, o pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho.
Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar.
O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação.
Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau.
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços.
Assim, o grande dia chegou.
Fora aprovado para o curso de Medicina!

Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração.
O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente.
Certo de que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote.
Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia.
O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.

A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho.
O jovem se sentia traído, e agora, lutava por sua independência.
Deixou a casa dos pais e foi morar no campus da universidade.
Raramente mandava notícias à família.
O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e esquece-se completamente do pai.
Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão.
Até que um dia o pai, já velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu.
Faleceu.

No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.

De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele.
Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque.
A carta dizia:
"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro.
Eu prometi e aqui está o cheque para você, escolha aquele que mais lhe agradar.
No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada.
Nela aprenderás o Amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto...

(Revista o Mensageiro - Autor Desconhecido)

O que é o Amor???

Em uma sala de aula, haviam várias crianças; quando uma delas perguntou a professora:

- Professora, o que é o AMOR?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta a altura da pergunta inteligente que fizera.
Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta - veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho - ele havia caído do ninho junto com outro irmão.
Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, por que você nada trouxe?

E a criança timidamente respondeu:

- Desculpe, professora.
Vi a flor, e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve, colorida...
Ela parecia tão feliz, que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho, caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho.

Portanto, professora, trago comigo: o perfume da flor; a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho.
Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera, que só podemos trazer o AMOR NO CORAÇÃO.


(Revista o Mensageiro - autora Eliane de Araujoh)

A Força do Amor


Preparavam-se os noivos para os esponsais, quando os pais da jovem descobriram que o pretendente à mão da filha era frequentador assíduo de uma casa de jogos.
Decidiram então se opor tenazmente à realização do matrimônio, a pretexto de que o homem que se dá ao vício do jogo jamais pode ser bom marido.
Mas, a jovem, obstinada em desconhecer as razões invocadas pelos pais, acabou por vencer-lhes a resistência e casou-se.

Nos primeiros dias de vida conjugal, o homem portou-se como um marido ideal.
A pouco e pouco, porém, renascia-lhe, cada vez mais irrefreável, o desejo de voltar à mesa de jogo.
Certa noite, incapaz de resistir a pressão do vício, retornou ao convívio de seus antigos companheiros.

No lar, a esposa, sentada em uma cadeira de balanço, aguardava o regresso do marido, que tardava. Embora ocupada com alguns trabalhos de bordado, tinha a mente presa aos ponteiros do relógio, cujas horas pareciam suceder-se cada vez mais lentas.
Já era quase uma hora da madrugada, quando o marido abriu a porta da sala.
Visivelmente irritado com o surpreender a companheira ainda em vigília, pois via nisso ostensiva censura à sua conduta, interrogou-a asperamente:
- Que fazes aí, a estas horas?
- Entretenho-me com este bordado, respondeu ela, imprimindo à voz um acento de ternura e bondade.
- Não vês que é tarde?
- Sinceramente, distraída como me achava, não havia atentado para o adiantado da hora...
E, sem dar maior importância à ocorrência, foi ela deitar-se.

No dia seguinte, à noite, repetiu-se a cena.
O marido ausentou-se e a esposa, já ciente do que se passava, pôs-se de novo a esperá-lo.
Quando ele chegou, já pelas duas da madrugada, encontrou a companheira de pé.
Então, num assomo de cólera, bradou:
- Que é isto? Outra vez acordada?!
- Sim, não quis que fosse deitar-te, sem que antes fizesses um ligeiro repasto. Preparei-te um chá com torradas e aqui o tens quentinho! Espero que o aprecies.

E, sem indagar do marido onde estivera e o que fizera até aquelas horas, a boa esposa beijou-lhe carinhosamente a fronte e recolheu-se ao leito.

Na terceira noite, nova ausência do marido e nova espera da esposa.
Lá por volta de uma e meia da madrugada, entrou ele e, antes que se insurgisse contra a atitude da companheira, esta se lhe prendeu ao colo, num afetuoso abraço, e exclamou:
- Querido, D. Antonieta, nossa vizinha, ensinou-me a receita de um bolo delicioso e eu não queria que te deitasses, sem que antes provasses dele.

A ocorrência repetiu-se por várias vezes, com visíveis e crescentes preocupações para o marido.
Na mesa de jogo, tinha o pensamento menos preso às cartas do que à esposa que o esperava pacientemente, como um anjo da paz.

Começou, então, a experimentar uma sensação de vergonha, ao mesmo tempo que de indiferença e quase de repulsa por tudo quanto o rodeava, porque já era mais forte do que o vício o amor por aquela criatura que nele operava tão radical transformação.
De olhar vago e distante, como se tivesse diante de si outro cenário, levantou-se abruptamente, cedendo a um impulso quase automático, e retirou-se, para nunca mais voltar...


(autor Rubens Romanelli)

Amigo...


Amigo de verdade, é amigo sempre mesmo a distância...
Amigo de verdade entende seus defeitos, pode não concordar com seus atos, mas respeita.
Amigo mesmo aceita suas decisões sejam elas quais forem, amigo não abandona, amigo não espera nada em troca, amigo ama incondicionalmente, mesmo quando está chateado com seu comportamento, mesmo que você "pise na bola", amigo de verdade tem a coragem de chegar em você e dizer:
- Você pisou na bola!!!
Amigo de verdade não finge ser amigo para tirar proveito de situações em que você esteja vulnerável por algum motivo...

Amigo de verdade, simplesmente é seu amigo em todas as horas, mesmo que ele more na Bahia e você em São Paulo...

Eu tenho amigos de verdade, são poucos, mas são leais... felizmente...

Texto: Sandra Duarte Borges
Imagem: autor desconhecido

A Bomba D'água


Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede.
Foi quando ele chegou a uma casinha velha, uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo.
O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada.
Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar.
Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:

"Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.

PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.
A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema:

Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.

Que deveria fazer?
Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis,escritas não se sabia quando?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba.
Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar.
E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando.
Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância!
A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar.
Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:

"Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"

(autor desconhecido)
 
É preciso ter Fé sempre, e acima de tudo, fé nas pessoas, fé em nós mesmo e principalmente em Deus!

Uma Lição

Havia em um Centro Espírita um dirigente,que todos os dias estava lá a fazer palestras...
Pessoa culta, inteligente, era admirado por todos pelas suas palavras e pelo entendimento da doutrina.
O interessante é que quando ele fazia suas palestras, ele notava um velhinho lá no fundo, nas ultimas cadeiras.
O velhinho estava sempre lá, todas as vezes que ele fazia sua palestra estava ele lá, olhos miúdos, atento a tudo.
Pois bem, esse velhinho veio a desencarnar e por coincidência ou não o dirigente também.
Qual a surpresa, é que o dirigente do centro ao chegar do outro lado, se viu em um ambiente nebuloso, sombrio e nefasto...
Ficou por ali algum tempo, a orar e pedir a Deus que o ajudasse...
Estava aflito, desorientado, não entendia porque aquilo estava acontecendo.
Quando que para seu espanto, ele percebe uma luz, uma luz forte se aproximar dele... tão forte que lhe ofuscava as vistas.
Ele ao perceber a aproximação daquela luz, ficou radiante, alegre, feliz pois sabia que suas preces foram ouvidas.
Mais espantado ainda ficou ao perceber que aquela luz era irradiada por aquele velhinho que ele via sempre nas suas palestras.
Intrigado com aquilo, ele exclamou:
- É você?
- Você não era aquele velhinho que ficava lá no fundo do centro quieto, não falava nada, só escutava eu falar???
- Como pode?
- Você está aí com toda essa exuberância divina, e eu nesse estado. Por que?
O velhinho olhou para ele, e com um sorriso que irradiava benções, falou:
- Eu apenas fiz o que você dizia nas suas palestras, apenas fiz...

- E você fazia o que dizia?

(autor desconhecido)


PS.: Será que a gente coloca em prática tudo o que diz para os outros???

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pessoas Inteligentes

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor,de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei! Respondeu o tolo assim:
- Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente.

Arnaldo Jabor

Gonzaguinha canta "O Que É, O Que É?"


Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita
Viver e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita

E a vida
E a vida o que é diga lá, meu irmão
Ela é a batida de um coração
Ela é uma doce ilusão

E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento
Ela é alegria ou lamento
O que é, o que é ???, meu irmão

Há quem fale que a vida de gente
É um nada no mundo
É uma gota,
É um tempo
Que nem dá um segundo

Há quem fale que é um divino mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor

Você diz que a luta é prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer pois amada não é e o verbo é sofrer
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der ou puder ou quiser
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte

E a pergunta roda
E a cabeça agita

Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita

Viver...

Essa é uma da música mais lindas que já ouvi!!!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Oração da Serenidade!


Deus, conceda-me serenidade

para aceitar as coisas

que não posso modificar,

coragem para modificar

aquelas que posso,

e sabedoria para reconhecer

a diferença entre uma e outra.


(autor desconhecido)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sobre o aborto

Estive analizando várias matérias da revista Época, revista Veja, e todas as fontes confiáveis que conheço, e existe um movimento pela legalização do aborto, alguns acreditam que deva existir um plebiscito popular para que se defina contra ou a favor.
Mas fico em dúvida quanto a capacidade das pessoas em dar opinião a respeito de algo tão importante, já que muitas delas votarm no Tiririca.
Será mesmo que pessoas que votaram em Tiririca têm capacidade mental pra decidir sobre se um ser humano deve viver ou morrer???
Sempre aprendi desde criança que quem  deu a Vida foi Deus, e aprendi também com meus pais e meus avós que Ele é o único capacitado para decidir se é o momento de morrer ou não!
Acho uma temeridade quando alguém diz que a mulher tem o direito de fazer o que bem entender com o próprio corpo se referindo ao aborto.
É verdade que nós mulheres temos todo o direito de fazer o que quisermos com nosso corpo, mas isso não nos dá o direito de matar cruelmente um inocente que não é capaz nem de pedir por sua prórpia vida.
E não adianta me dizer que ainda não é uma pessoa que não tem vida ainda, porque É SIM, quando fiquei grávida da minha filha, e eu tinha poucas semanas de gestação, eu já pude ouvir seu coraçãozinho batendo, meu bebê era apenas uma mancha, um montinho de carne dentro de mim e já tinha um coração batendo, então já era uma pessoa, já tinha VIDA.
Como será que alguém pode dizer que é a favor de matar uma criatura que não pode nem falar ainda?
Acho que essas pessoas devem ser encarceradas só por pensar em cometer esse crime ediondo!
E isso pra mim é passível de PRISÃO PERPÉTUA!

Isso é um desabafo, porque estou completamente entristecida com as pessoas, não existe mais princípios, é tão lamentável a falta de responsabilidade, a falta de seriedade com assuntos que devem ser tratados de maneira séria que eu fico pasma.
Tem candidato que era a favor do aborto mas depois de analizar o motivo pelo qual não passou direto no primeiro turno mudou de idéia. Será que mudou mesmo de idéia?
Se uma pessoa é capaz de se colocar a favor de matar inocentes e ainda criar uma lei que permite o assassinato imagine só do que mais essa pessoa seria capaz?!
Tá na hora do brasileiro parar de pensar somente em "oba! oba!" e ter responsabilidade.
Temos que nos divertir, temos que passear, ver os amigos, mas temos que pensar em nosso futuro, no futuro dos nossos filhos também, temos que parar com esse negócio de votar no menos ruim, pra votar tem que ter convicção e conhecimento dos candidatos, temos que exigir nossos direitos de cidadãos, esses "caras" que estão no poder são pagos por nós, por tanto são NOSSOS funcionários e se não trabalharem direito temos que demiti-los, é mandar embora, é rua... e é justa causa!!!
Acorda gente!!! Faça valer sua opinião!!! Leia! Informe-se! Vote com consciência!!!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Vestido Azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava a escola local.
Sua mãe não era muito cuidadosa e a criança quase sempre se apresentava suja.
Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.


O professor da pequena escola ficou penalizado com a situação da menina e pensava:
"Como é que uma menina tão bonita, vem para a escola tão mal arrumada?
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Passando em uma lojinha viu um lindo vestido azul que ficaria perfeito naquela linda menina.
Deu o presente para a garota que não se continha de tanta felicidade.
Ele acertara na escolha.
Ela ficou linda no vestido azul.

Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, com aquele traje novo, fosse tão suja para a escola.
Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas...
No final da semana, o pai falou:
- Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços?
- Que tal nós nos arrumarmos também e aproveitarmos para ajeitar a casa que precisa de consertos urgentes?
- Você cuida da parte de dentro da casa e eu, nas horas vagas, vou pintar as paredes, consertar a cerca e plantar um jardim.

Em pouco tempo, a casa se destacava na Vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e pelo cuidado em todos os detalhes.
Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, e usar toda sua criatividade.

Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado.
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades.
Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que eram necessários ao bairro.

A rua, de barro e lama, foi substituída por asfalto e calçadas de pedra.
Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.

E tudo começou com um vestido azul...

Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar uma organização que socorresse o bairro.
Ele fez o que podia, fez a sua parte.
Fez o primeiro movimento que acabou levando outras pessoas a se motivarem e a lutar por melhorias.

(autor desconhecido)

Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive? Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito? Sabemos que é difícil mudar o estado total das coisas, que é difícil limpar toda a rua, mas também sabemos que é fácil varrer a nossa calçada. É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.

Inocência


Uma menininha, diariamente, vai e volta andando da escola.
Apesar do mau tempo daquela manhã e de nuvens estarem se formando, ela fez seu caminho diário.
Com o passar do tempo, os ventos aumentaram e junto, os raios e trovões.
A mãe pensou que sua filhinha poderia ter muito medo no caminho de volta, pois ela mesma estava assustada com os raios e trovões.
Preocupada, a mãe, rapidamente, entrou em seu carro e dirigiu pelo caminho em direção à escola.
Logo, ela avistou sua filhinha andando, mas a cada relâmpago, a criança parava, olhava para cima e sorria!
Outro e outro trovão e, após cada um ela parava, olhava para cima e sorria!
Finalmente, a menininha entrou no carro e a mãe, curiosa, foi logo perguntando:

- O que você estava fazendo?

A garotinha respondeu:

- Sorrindo! Deus não para de tirar fotos minhas!



"Deixemos que toda inocência floresça em nossos corações para podermos ver a bela e real felicidade que está nos momentos de simplicidade!"

(recebido por e-mail da querida Amiga Regiane Aparecida Pexe)