quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O vôo do rato!


Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil e velho, mas que ainda tinha condições de voar...
Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roía uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.
Preocupado pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.
Então, voou cada vez mais e mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem conseguindo assim fazer uma arrojada aventura ao redor do mundo que era seu grande sonho...

MORAL DA HISTÓRIA:

Se alguém o ameaçar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO...
Se alguém o criticar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO...
Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, e por fim, se alguém o injustiçar..... VOE CADA VEZ MAIS ALTO...
Sabe por quê?
Os ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos ratos... não resistem às grandes alturas!


(autor desconhecido)

As Quatro Estações da Vida?


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.
O primeiro filho foi lá no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão, e o quarto e mais jovem, no outono.
Quando todos eles partiram, e retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou.
Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...
O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas.
Se você desistir quando for inverno, você perderá a promessa da primavera, a beleza de seu verão, a expectativa do outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras.
Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.
Persevere através dos caminhos difíceis e melhores tempos certamente virão de uma hora para a outra!!!

(autor desconhecido)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Devolva o peixe!


Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte.
Mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
Os dois sentaram à beira do lago, e, num silêncio delicioso, ficaram a esperar e a ouvir o som da natureza…
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha.
O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente erguia o peixe da água.
Era o maior que já tinha visto, porém a sua pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito.
O pai, então, acendeu o fósforo e olhou o relógio.
Eram dez horas da noite.
Faltavam apenas duas horas para o início da temporada.
Em seguida, no entanto, ele olhou para o peixe e depois para o menino dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho.
- Mas pai! Reclamou o menino…
O garoto olhou em volta do lago, não haviam outros pescadores ou embarcações à vista.
Voltou novamente o olhar para o pai.
Mas mesmo sem ninguém, ele sabia que a decisão era inegociável.
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água.
Naquele momento o menino teve a certeza de que jamais pescaria um peixe tão grande como aquele.
Isso aconteceu há 34 anos.
Hoje o garoto é um arquiteto bem sucedido.
O chalé continua lá, na ilha, em meio ao lago e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta…
Nunca conseguiu pescar um peixe tão grande quanto aquele.
Porém sempre vê o mesmo peixe todas as vezes em que se depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo ou errado.
Agir corretamente quando se está sendo observado é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo.
Esta conduta reta só é possível quando, desde criança aprendeu-se a devolver o peixe à água.
Pense nisso…

Em Provérbios 22:6 está escrito: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”

A boa educação é como uma moeda de ouro, tem valor em toda parte.
Ensine o seu filho a devolver o peixe à água…


(autor desconhecido)

(recebi por e-mail da querida Amiga Regiane Aparecida Pexe)

Alerta!!!


Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A garganta fecha quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão doi.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


Preste atenção!

O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!


(autor desconhecido)
(recebi por e-mail da querida Amiga Regiane Aparecida Pexe)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Acima das expectativas!


Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.

Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu: - 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado:'

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 reais.

Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal.
Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso.
Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
- Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!
A pessoa respondeu:
- Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!!!



(autor desconhecido)

Um texto que mostra como determinadas pessoas são incapazes de agradecer ou até mesmo simplesmente elogiar algo bem feito, elas sempre querem mais e mais, e esquecem-se de que não são nem de longe perfeitas, mas mesmo assim exigem que o outro seja perfeito!

(recebi por e-mail da querida Cunhada Tania Vilanova)

O Garfo


Havia uma jovem mulher que tinha uma doença terminal e lhe foi previsto apenas mais três meses de vida.
Desta forma, ela começou a colocar suas coisas "em ordem".
Passado algum tempo, ligou para um amigo e pediu que viesse à sua casa para discutirem determinados aspectos de seus últimos desejos.
Conversaram sobre vários pontos e ela lhe disse sobre todas as suas vontades relacionadas ao serviço funerário.
Tudo estava em ordem e o amigo preparava-se para sair quando a mulher lembrou-se de algo muito importante para ela.
- Tem mais uma coisa! - Disse excitada.
- Do que se trata? - Perguntou o amigo.
- Isto é muito importante. - a mulher continuou - Eu quero ser enterrada com um garfo em minha mão direita.
O amigo ficou olhando a mulher sem saber o que dizer.
- Isto é uma surpresa para você, não é? - A jovem mulher perguntou.
- Bem, para ser honesto, estou confuso com este seu pedido. Respondeu o amigo.
A mulher então explicou.
- Quando eu era criança e visitava minha avó, quando no jantar os pratos começavam a ser recolhidos, minha vó inclinava-se em minha direção e cochichava em meu ouvido: "Mantenha o seu garfo".
Era minha parte favorita porque eu sabia que algo melhor estava por vir...
Como o bolo de chocolate ou a torta de maçã.
Algo sempre maravilhoso, e com substância!
Assim, eu apenas quero que as pessoas me vejam lá no caixão com um garfo em minha mão e então perguntarão - "para que é o garfo?".
Então quero que lhes diga:
"Ela mantém seu garfo porque o melhor está por vir".

(autor desconhecido)

A-Cor-Dar


Você sabe o que significa a palavra “acordar”?

Vamos fazer uma brincadeira e separar em sílabas a palavra acordar?
A-COR-DAR

Viu? Significa dar a cor, colocar o coração em tudo que faz.
Existem pessoas que acordam às 6:h00 da tarde.
É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.
E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.
Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade.
Ele me disse:
- Descobri que estou na profissão errada!
E ele já estava se aposentando...
Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não "acordou".
Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento: por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe por quê?
Porque a vida tem a cor que "a gente pinta"!
O engraçado é que os dias são todos exclusivos.
Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu.
Ele está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor das nossas vidas.
Os meus dias são os mais lindos da face da terra porque eu os faço os mais lindos da face da terra.
Dê a você a oportunidade de “a-cor-dar” todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor:

"O privilégio de fazer a nós e aos outros felizes..."

(autor desconhecido)

Ressentimentos


"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra." (William Shakespeare).

Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquela namorada, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas, dos críticos, do cachorro... Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu. Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento. Nunca mais...

Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, ou ressentida, com ela. Veja com atenção o significado da palavra ressentimento: RE-SENTIMENTO. Sentir novamente.

Sentir infinitamente, para alguns.

Qual a razão de usar sua mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Não me refiro a nenhum princípio religioso, espiritual ou moral, somente uma razão prática: sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando prejudicar você mais.

Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso. Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória. Repita comigo: nunca mais.

A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento. Mas você será. Você desperdiçará momentos únicos das suas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra você há semanas, meses, anos ou décadas atrás e, acredite ou não, você mesmo estará se apunhalando dia-após-dia, com seu re-sentimento. Nunca mais.

Se o problema tiver sido com um cliente, ficar ressentido não ajudará sua próxima venda. Se tiver sido com a ex-namorada, ficar ressentido não tornará você atraente para a próxima, e talvez definitiva. Se tiver sido com seu marido, ficar ressentida não ajudará comunicar-se e corrigir a situação. Se tiver sido com... qualquer pessoa, ficar ressentido não ajudará você. Pode até ajudar ela a se livrar de você.

Se o caso for tão grave que tenha que ser resolvido em tribunais, deixe advogados cuidando disso e se concentre em sua vida e sua felicidade. Não caia na armadilha do ressentimento. Nunca mais.

Viva o momento que estiver vivendo.

Há momentos de tristezas, decepções, erros, partidas, traições ou simplesmente azar. Chore, reclame, brigue e viva o momento que tiver que viver. Mas, quando o momento passar, viva o momento seguinte, sem ficar com os grilhões do passado prendendo sua existência até sua morte.

Esqueça as coisas ruins do passado. Ele não existe mais. Nunca mais.

Isso inclui os ressentimentos contra aquela pessoa que você encontra no espelho. O que ela tiver feito de errado, ontem ou há 30 anos, deve ser deixado de lado. Não sinta ressentimento quanto aos erros dessa pessoa. Nunca mais.

E, se mesmo com toda a lógica do mundo, você ainda estiver "sentindo re-sentimento" e mágoa de alguém, lembre-se do que disse William Shakespeare: Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.

Somente um pateta faria isso, e você não quer ser pateta, quer? Nunca mais.


(Aldo Novak)

Nunca havia lido um texto mais elucidativo que este até então... por isso estou compartinhando, pois é importante que passemos adiante algo que pode útil para muitas pessoas, assim como está sendo útil para mim...

Suficiente Para Ser Feliz


Um pequeno caracol que vivia perto do oceano notou com inveja a grande e bonita concha em que a lagosta vivia.
"Que maravilhoso palácio a lagosta carrega em suas costas! Eu desejaria viver em seu lugar," lamentou o pequeno caracol.
"Oh, como meus amigos me admirariam nesta concha!"
De repente, algo aconteceu.
O invejoso caracol viu a lagosta deixar sua concha para desenvolver-se em outra, maior.
Ao ver a concha da lagosta, vazia e abandonada na praia, o caracol pensou:
"Agora meu desejo será realizado."
E ele proclamou a todos os seus amigos que agora iria morar em um majestoso palácio. Os pássaros e os animais então assistiram o caracol soltar-se de sua pequena concha e orgulhosamente rastejar para a concha da lagosta.
Ele soprou, bufou, tornou a soprar até perder o fôlego esforçando-se para adaptar-se à nova concha. De nada adiantou porque era muito pequeno para ajustar-se dentro da concha da lagosta.
Ele só parou de tentar quando se viu completamente exausto.
Aquela noite ele morreu porque a concha grande e vazia estava muito fria.
Um velho e sábio corvo disse, então, para os corvos mais jovens:

Prestem atenção!
- É este o resultado da inveja.
O que vocês têm é o bastante.
Sejam vocês mesmos e livrem-se de problemas.
É melhor ser um caracol em sua pequena concha confortável do que ser um pequeno caracol em uma concha grande e congelar até a morte.
Esforçar-nos, com ânimo e determinação pela realização de nossos sonhos é saudável e gratificante.
Fazer comparações com outras pessoas buscando ser igual ou melhor que elas nos torna pequenos e insignificantes.

(autor desconhecido)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Desafio na Gatolândia...


Existia o país dos gatos, a GATOLÂNDIA...
O rei dos gatos, em função do aniversário de seu reinado, resolveu então fazer uma grande festa.
Todos os gatos do reino foram convidados e a prova que mais exigia de todos era a "escalada ao poste".
Era um poste muito alto e no alto, o prêmio: UM BALDE DE 50 LITROS DE LEITE.
Aquele corajoso gato que conseguisse escalar até o alto do gigantesco mastro poderia se banhar com leite.
Milhares de gatos compareceram ao evento, vindos de todos os cantos do reino e no dia, vários se inscreveram para a prova.
O primeiro a participar foi o gato preguiçoso.
Ele tomou uma distância curtíssima e muito negligentemente subiu no poste, não chegando nem na metade e, lá em cima ainda e já descendo, começou a blasfemar contra o Rei...
- Este Rei está louco - dizia - Ele colocou o prêmio bem alto justamente para ninguém conseguir... Ele está gozando de nossa cara.
E tem mais... Se todos deixarem de tentar, o Rei será obrigado a diminuir o tamanho do mastro... Vamos desistir, é mais fácil. - continuou o gatuno.
Alguns gatos se decepcionaram tanto com o Rei que começaram a ir embora com a cabeça baixa...
Outros gritavam contra o Rei, palavras de desapontamento.
Neste instante apareceu um gato bem magrinho...
Tomou distância aproveitando a bagunça gerada e correndo como vento, subiu no mastro.
Na primeira tentativa não teve êxito e, quando se preparava para a segunda tentativa, a maioria dos gatos gritaram para ele...
- Desiste, desiste, desiste...
Mesmo assim ele se afastou e, mais convicto do que a primeira vez, subiu rapidamente no mastro, com muita energia e convicção e, num esforço, conseguiu se balançar no topo, e aí sim, caiu no balde de leite...
A maioria dos gatos ficou pasma... Uns aplaudiram... Outros comentavam sobre a proeza.
Já o gato preguiçoso, totalmente rendido pelo fato, foi imediatamente procurar explicação com o pai do gatinho que tomava aos goles o leite desejado e distribuía a todos com a maior alegria, pela conquista.
O pai do gatinho, indagado pelo gato preguiçoso sobre como e qual a razão pelo qual o gatinho havia conseguido o feito, este respondeu...
- Olha, meu filho tem duas coisas que o motivaram.
A primeira era a fome e a segunda é que ele é SURDO.

MORAL DA HISTÓRIA:

Diante de críticas pessimistas, façamo-nos de surdos!

(autor desconhecido)

A Ratoeira!!!


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha, disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?Acho que não!
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Moral da história:
Na próxima vez que você ouvir que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

(Autor desconhecido)

As duas Pulgas


Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:
- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar.
Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero.
É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando.
Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber ? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.
E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu.
A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando.
Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito.
Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos.
Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.
Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?
- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século 21. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas ?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada.
Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:
- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- Hã? O que as lesmas têm a ver com pulgas?
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me deu o diagnóstico.
- E o que a lesma sugeriu fazer??
"Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança."

Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente... Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.


(autor: Max Gehringer)

Muito boa essa fábula né??? Eu adorei!!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Águia


A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie, chegando a viver até os 70anos.
Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva.
Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas.
Voar já está estupidamente difícil!
Então, a águia só tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar este lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e viver, então, mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
E para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor...

Enfim, saber perdoar!
Somente livres do peso do passado e com a presença do alívio do perdão , poderemos aproveitar o valioso resultado de uma Renovação!!!


(autor desconhecido)

Não Faz Sentido! - Políticos

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Seminário com Divaldo P. Franco


Dia 26 de Setembro de 2010 (domingo) – à partir das 8hs.

ENCONTRO FRATERNO COM DIVALDO PEREIRA FRANCO

Tema: ainda não divulgado
Local: Instituição Educacional Amélia Rodrigues
Rua Silveiras, 17 – Vila Guiomar – Santo André

Participe!!!

59ª Semana Espírita de Santo André


De 24 a 31 de outubro de 2010, será realizada em Santo André a 59ª Semana Espírita, no Parque Regional Prefeito Celso Daniel, no Bairro Jardim, tendo como tema central - "O HOMEM DE BEM NO SÉCULO XXI"

Programação:

Dia 24 (domingo) – 15hs.
Abertura: Com a Infância (O Futuro Presente)

Dia 25 (segunda-feira) – 20hs.
Conferencista: Dr. Eliseu da Motta Jr./Franca – SP
Tema: O Homem de Bem no Século XXI.
Parte Artística: Paula Zamp.

Dia 26 (terça-feira) – 20hs.Conferencista: Dr. José Carlos de Lucca./SP
Tema: Educação dos Sentimentos. Desenvolvimento das Virtudes.
Parte Artística: Elcio Buck.

Dia 27 (quarta-feira) – 20hs.
Conferencista: Orson Peter Carrara / Matão – SP
Tema: Por que Adoecemos.
Parte Artística: (ainda não divulgado)

Dia 28 (quinta-feira) – 20hs.Conferencista: Dr. João Lourenço Navajas / SP
Tema: Dependência Química e Família.
Parte Artística: Coral Obreiros da Caridade.

Dia 29 (sexta-feira) – 20hs.
Conferencista: Dra. Ercilia P. Zilli / SP
Tema: Equilíbrio, Paz e Consciência, Construindo o Cidadão do Século XXI.
Parte Artística: Coral União Espírita em Busca da Paz.

Dia 30 (sábado) – 20hs.Conferencista: André Luiz Ruiz / Campinas – SP
Tema: O Espiritismo e os Desafios do Homem Moderno.
Parte Artística: Coral Cantares.

Dia 31 (domingo) – 16hs.
Conferencista: Ricardo Di Bernard / Florianópolis – SC
Tema: Gestação, Reencarnação e Aborto.
Parte Artística: Allan Vilches.


Divulgue e compareça a este evento!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A caixinha dourada...


Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina embrulhando uma caixinha com aquele papel dourado e colocando-a debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você Papá!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou e disse:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?
A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para você, Papá".
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava a caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

(autor desconhecido)

Uma lição de Amizade e de Amor...


Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada... mas com vontade de dar o melhor de si, de terminar a corrida e ganhar.
Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás.
Então viraram e voltaram todos juntos.
Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse:
- Pronto, agora vai sarar!

E todos os noves competidores, deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
Talvez os atletas fossem deficientes mentais...
Mas com certeza, não eram deficientes espirituais...

'Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos.'

'Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é só uma conseqüência.'

Emanuela Barbosa Soares

Folha Amassada


Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva a menor provocação.
Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes, sentia-me envergonhado e me esforçava por consolar quem tinha magoado.

Um dia,meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva,entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:
- Amasse-a!!
Com medo obedeci e fiz com ela uma bolinha de papel.
- Agora (voltou-me a dizer) deixe-a como estava antes.

É obvio que não poderia deixá-la como antes.
Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas e marcas.
Então disse-me o professor:

O coração das pessoas é como este papel.
A impressão que deixamos será tão difícil de apagar como este papel amassado.
Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente.
Quando sinto vontade de estourar, lembro-me do caso do papel amassado.


(autor desconhecido)

A história do porco espinho!


Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam maior calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros e voltaram a morrer congelados.
Então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!

Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.


(autor desconhecido)