quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Um conto de Natal...

Um aldeão russo, muito cristão, constantemente pedia em suas orações que Jesus viesse visitá-lo em sua humilde choupana.
Na véspera do Natal sonhou que o Senhor iria aparecer-lhe.
Teve tanta certeza da visita que, mal acordou, levantou-se imediatamente e começou a pôr a casa em ordem para receber o hóspede tão esperado.
Uma violenta tempestade de granizo e neve acontecia lá fora e o aldeão continuava com os afazeres domésticos, cuidando também da sopa de repolho, que era o seu prato predileto.
De vez em quando ele observava a estrada, sempre à espera.
Decorrido algum tempo, o aldeão viu que alguém se aproximava caminhando com dificuldade em meio a borrasca de neve.
Era um pobre vendedor ambulante, que conduzia às costas um fardo bastante pesado.
Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro do vendedor.
Levou-o para a choupana, pôs sua roupa a secar ao calor da lareira e repartiu com ele a sopa de repolho. Só o deixou ir embora depois de ver que ele já tinha forças para continuar a jornada.
Olhando de novo através da vidraça, avistou uma mulher na estrada coberta de neve.
Foi buscá-la, e abrigou-a na choupana.
Fez com que sentasse próximo à lareira, deu-lhe de comer, embrulhou-a em sua própria capa...
Não a deixou partir enquanto não readquiriu forças suficientes para a caminhada.
A noite começava a cair... E nada de Jesus!
Já quase sem esperanças, o aldeão novamente foi até a janela e examinou a estrada coberta de neve. Distinguiu uma criança e percebeu que ela se encontrava perdida e quase congelada pelo frio...
Saiu mais uma vez, pegou a criança e levou-a para a cabana.
Deu-lhe de comer, e não demorou muito para que a visse adormecida ao calor da lareira.
Cansado e desolado, o aldeão sentou-se e acabou por adormecer junto ao fogo.

Mas, de repente, uma luz radiosa, que não provinha da lareira, iluminou tudo!
Diante do pobre aldeão, surgiu risonho o Senhor, envolto em uma túnica branca!
- Ah! Senhor! Esperei-O o dia todo e não aparecestes, lamentou-se o aldeão...
E Jesus lhe respondeu:

- Já por três vezes, hoje, visitei tua choupana: o vendedor ambulante que socorrestes, aquecestes e deste de comer...era Eu!
- A pobre mulher, a quem deste a capa...era Eu!
- E essa criança que salvaste da tempestade, também era Eu...
- O Bem que a cada um deles fizeste, a mim mesmo o fizeste!

(autor desconhecido)

Siga em frente!!!

Cada um de nós é responsável por seus atos.
Por que vai desanimar, pelo que os outros fizeram a você?
Que tem você que ver com isso?
Siga à frente, ainda que o mundo inteiro esteja contra você.
Você há de vencer, mesmo que fique sozinho.
Continue sem desânimo, porque você é o único responsável por seus atos.

(do livro: Minutos de Sabedoria)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Meu nome é MULHER!


Eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.

Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.

Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,

Operária em construção ..
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser

Meu sobrenome é COMPETÊNCIA

E meu nome é MULHER !!!

A Vírgula

Campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...

* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

Promoção - quer ganhar o livro "Amante Sombrio"?

Promoção “Amante Sombrio” de J. R. Ward

Olá, está no ar mais uma promoção em parceria com a Editora Universo dos Livros, trata-se do livro Amante Sombrio da escritora J. R. Ward.

Regras para Participar do Sorteio:

É só entrar lá e participar...

Fofoca é como penas ao vento...

Uma mulher espalhou uma fofoca sobre uma certa pessoa que ela não conhecia bem, mas a invejava.
Alguns dias depois, o bairro inteiro sabia a história.
A pessoa que foi alvo da fofoca ficou indignada e muito ofendida.
Mais tarde, a mulher que espalhou o boato descobriu que era tudo mentira, ficou arrependida e foi visitar um velho sábio para descobrir o que podia fazer para consertar o estrago.

_ Vá até a praça principal – disse ele -, compre uma galinha e mande matar.
Depois, no caminho de casa, depene-a e solte as penas uma a uma pela rua.
Embora surpresa com o conselho, a mulher fez o que o sábio havia mandado.
No dia seguinte ele disse:
_ Agora vá, recolha todas as penas que deixou cair ontem e traga para mim.
A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha dispersado todas as penas. Depois de procurar por horas, ela voltou com apenas três penas na mão.

_ Está vendo – disse o velho sábio – , é fácil soltá-las, mas é impossível recolhe-las.
Com a fofoca também é assim.
Não custa muito espalhar um boato, mas, depois que se espalha, nunca se pode reverter o dano completamente.

(autor desconhecido)

Obs.: Acho que não precisa comentários esse texto fala por si só. E tem pessoas que vão saber o que fizeram e quem sabe um dia colocarão a mão na consciencia e verão toda a maldade que foi causada por causa de toda a mentira que foi dita, um dia esta pessoa perceberá os erros que cometeu e saberá que jogar suas atitudes nas costas dos outros não "limpa sua reputação". Tenho pena de certas pessoas, infelizmente pena é um sentimento mesquinho, mas sinto penas dessas pessoas... e muita tristeza ainda, principalmente pela falsidade com que tratam a quem fizeram tão mal...

Aprenda a gostar de você...


Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você...
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando...
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar...
Mas uma coisa parece estar sempre presente...
A busca pela felicidade, com o amor da sua vida.
Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?"
E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?".
Como diz meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente sempre achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida.
Fazíamos planos, escolhíamos o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente...
PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva.
Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando você está de short,camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação, já não tem o mesmo valor que tinha antes.
A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal,que nos complete, e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta...
E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
Sem falar na diversidade, que vai do Forró ao Beatles.
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

(autor: Mário Quintana)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Visita de Jesus

Ruth olhou a caixa do correio e encontrou uma carta.
Apanhou-a, olhou e, antes de abrir, percebeu que o envelope não tinha selo, carimbo do correio ou nome e endereço do remetente.
Em todo caso, abriu e leu a carta.

"Querida Ruth, estarei nas imediações sábado à tarde e gostaria de parar para uma visita.
Com o amor de sempre, Jesus".

As mãos de Ruth tremiam, enquanto ela colocava a carta na mesa.
"Por que quereria o Mestre me visitar?
Não sou ninguém especial, não tenho nada para oferecer..."
Com esse pensamento, Ruth lembrou-se que a dispensa estava vazia.
"Oh, meu Deus, eu não tenho nada para oferecer. Tenho que sair e comprar algo para o jantar".
Pegou a bolsa e contou o dinheiro que tinha.
Cinco dólares e quarenta cents.
"Bem, é suficiente para comprar pão e uns frios, pelo menos".

Ela colocou o casaco nas costas e correu para a porta.
Uma baguete e meio quilo de peito de peru fatiado, um saquinho de leite... e Ruth ficou com apenas 12 centavos até a próxima segunda feira.
Mesmo assim, sentiu-se bem ao voltar para casa, carregando os alimentos que ofereceria.

"Ei, Senhora, a Senhora pode nos ajudar?"
Ruth estava tao absorta em seus planos para o jantar que nem se deu conta das duas figuras na calcada.
Um homem e uma mulher, ambos vestidos com pouco mais que trapos.

"Olhe, senhora, eu estou desempregado, a senhora sabe, e minha mulher e eu temos vivido aqui nas ruas e, bem, agora está esfriando e estamos com fome, e bem, se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos agradecidos".

Ruth olhou para ambos.
Estavam sujos, cheiravam mal e francamente, ela estava certa de que poderiam conseguir trabalho se realmente o quisessem.

"Senhor, eu gostaria de ajudá-los, mas também sou uma mulher pobre.
Tudo o que tenho são alguns frios e pão, e terei uma visita importante para o jantar hoje à noite, e planejava servir essas compras para ele".
"Está certo, senhora, eu compreendo. Obrigado, de qualquer modo".
O homem passou os braços em volta dos ombros da mulher virou-se e voltou para a calçada.
À medida que os olhava partir, Ruth sentiu um enternecimento familiar no coração.

"Senhor, espere!"
O casal parou e voltou-se, enquanto ela corria em direção a eles.
"Olhe, por que vocês não ficam com essa comida?
Eu arranjarei alguma coisa diferente para servir ao meu convidado."
Ela estendeu ao homem a sacola com as compras.
"Obrigado, senhora, muito obrigado".
"Sim, muito obrigada!" - era a mulher do desempregado, e Ruth pode ver que ela tremia de frio.
"Sabe, eu tenho outro casaco em casa. Por que você não fica com este aqui?"
Ruth tirou a jaqueta e colocou sobre os ombros da mulher.
E, sorrindo, voltou para a rua, a caminho de casa, sem o casaco e sem a comida para servir ao convidado.
"Obrigado senhora, muito obrigado"...

Ruth estava gelada quando chegou na porta da frente, e preocupada também. 
O Senhor estaria vindo para uma visita e ela não tinha nada para oferecer a ele.
Ela enfiou a mão na bolsa para apanhar a chave da porta.
Nesse momento, percebeu que havia outro envelope na caixa do correio.
"Que estranho. O carteiro não passa normalmente duas vezes no mesmo dia"...
Ela pegou o envelope na caixa do correio e o abriu.

"Querida Ruth, foi tão bom ver você outra vez.
Obrigado pela refeição deliciosa.
E obrigado também pelo bonito casaco.
Com o amor de sempre, Jesus"

O ar ainda estava frio, mas mesmo sem o casaco, Ruth não percebeu mais.

(autor desconhecido - enviado por e-mail pelo meu querido cunhado Thiago Vilanova)

Ps.: Imagino que dispensa comentários... mesmo porque já sabemos que é ajudando ao próximo que nos aproximamos de Deus!!!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

ginástica ritmica perfeita - GOLD MEDAL: perfect rhythmic gymnastics


Tem pessoas que nascem com um dom impressionante, nunca vi tamanha perfeição na execução de movimentos...
Talento não se compra, tem-se e pronto!!!

Sapato Velho - Roupa Nova


Você lembra, lembra!
Daquele tempo
Eu tinha estrelas nos olhos
Um jeito de herói
Era mais forte e veloz
Que qualquer mocinho
De cowboy...

Você lembra, lembra!
Eu costumava andar
Bem mais de mil léguas
Prá poder buscar
Flores-de-maio azuis
E os seus cabelos enfeitar...

Água da fonte
Cansei de beber
Prá não envelhecer
Como quisesse
Roubar da manhã
Um lindo pôr-de-sol

Hoje não colho mais
As flores-de-maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis...

É! Talvez eu seja
Simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

Água da fonte
Cansei de beber
Prá não envelhecer
Como quisesse
Roubar da manhã
Um lindo pôr-de-sol
Hoje não colho mais
As flores-de-maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis...

É! Talvez eu seja
Simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

Talvez eu seja
Simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

Adriana Calcanhotto -- Fico Assim Sem Você - Clipe Oficial


Avião sem asa, fogueira sem brasa
Sou eu assim sem você
Futebol sem bola,
Piu-Piu sem Frajola
Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
vão poder falar por mim
Amor sem beijinho
Buchecha sem Claudinho
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço,
Namoro sem amasso
Sou eu assim sem você
Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas
Pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Por quê? Por quê?
Neném sem chupeta
Romeu sem Julieta
Sou eu assim sem você
Carro sem estrada
Queijo sem goiabada
Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
vão poder falar por mim
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo (2X)
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo...

SENTENÇAS DA VIDA

Cumpra os deveres desagradáveis. Buscar apenas o nosso deleite é comodismo crônico.
Vitalize os negócios com a fraternidade pura. O comércio não foge à ação da Providência Divina.
Coloque o bem de todos acima do interesse partidário.
A senda cristã nas atividades da vida será sempre caridade.
Esqueça as narrativas que exaltem indiretamente o erro.
A moral da história mal contada é sempre a invigilância.
Liberte-se das frases de efeito. A palavra postiça sufoca o pensamento.
Evite o divertimento nocivo ou claramente desnecessário. Os pés incautos encontram a queda imprevista.
Resista à desonestidade. O critério do amor não se modifica.
Valorize os empréstimos de Deus. Dar não significa abandonar.
Prestigie a sabedoria da Lei, obedecendo-lhe. O auxílio espiritual não surge sem preço.

(Autor André Luiz - Do livro: Estude e Viva, Médiuns: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira)

Anote Hoje

Anote quanto auxílio poderá você prestar ainda hoje. Em casa, pense no valor desse ou daquele gesto de cooperação e carinho.
...No relacionamento comum, faça a gentileza que alguém esteja aguardando conforme a sua palavra.
No grupo de trabalho, ouça com bondade a frase menos feliz sem passá-la adiante.

(Autor: André Luiz - Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Amanhece)

Calma...

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.
...Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos...

(Autor: André Luiz - Psicografia de Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mãe Má!!!

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
- Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
- Estou contente, venci...
- Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
- As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas.
- As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
- E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
- Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
- Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
- Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
- Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil".
- Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
- Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
- Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
- E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
- A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
- Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
- Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

FOI TUDO POR CAUSA DELA! Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como foi nossa mãe.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!
 
(autor Dr. Carlos Hecktheuer)
 
Ps.: Gosto muito desse texto, porque me faz lembrar que minha mãe e meu pai foram muito maus comigo e com minhas 2 irmãs, e eu estou seguindo o mesmo caminho, estou sendo muito má com minha filha!
Engraçado que tem gente que acha de verdade que sou uma péssima mãe, inclusive me falam isso pessoalmente, quando ficam sabendo que minha filha de 11 anos, me ajuda a limpar a casa, ela tira o lixo, e me ajuda em todos os afazeres, e de quebra ela ainda é a melhor aluna da sala dela! Será que sou tão má quanto determindas pessoas pensam que sou ou simplesmente estou educando um ser que não veio ao mundo já educado como cidadão?

Meu dia!!!


Gosto especialmente do texto "Profissão? Mãe!!!" (tem no blog), ele retrata a realidade com tanta honestidade, que fico pensando às vezes que ser mãe deveria ser uma função remunerada sabe???
Por que é tão corrido criarmos filho, cuidarmos da casa, do marido (que é também quase um filho, temos que lavar sua roupa, dizer onde estão os sapatos... rsrs).
A família precisa de uma atenção tão especial quanto um bebê, me lembro do que fiz ontem à noite, vou relatar só pra dar um exemplo de como é atarefado o dia de uma mãe, dona de casa, esposa e profissional:


- Ontem acordei 8:30h (um bom horário), trabalhei no escritório de 9:00 até 17:15h, saí, passei na academia que frequento, retirei uma senha para fazer aula de spinning, fui até em casa, troquei de roupa fiz um lanche (muito rápido, caso contrário perderia a aula), fui pra academia, fiz aula de abdominal (30 min.) e fiz a aula de spinning, saí de lá moída, parecia que tinha levado uma surra, (vale lembrar que depois de muito tempo voltei para academia esta semana, então dói até músculo que a gente nem sabe que existe...kkkk), cheguei em casa mais ou menos 20:00h, tomei banho e fui preparar o jantar pra galera, (maridão e filhota), acabei de fazer o jantar mais ou menos 21:30h, e resolvi fazer uma carne de panela para o almoço de hoje, e cozinhei os legumes e fiz um refogado de folhas para hoje também, terminei mais ou menos 22:30h o almoço de hoje, fui "passar" uma vassoura na casa, depois tirei o pó dos móveis e passei pano no chão da casa toda, tudo isso enquanto lavava as roupas e pendurava-as, e um calor de matar, e eu com as janelas fechadas, por que parecia que chovia de baixo para cima, de tanta água que vinha...rs, fui terminar minhas tarefas do dia 09/11/2010 exatamente 00:05h, (eu olhei no relógio, queria saber pq estava tão cansada...) fui tomar um banho e lavar os cabelos, sequei meus cabelos e me deitei 1h da manhã... Uffa... me cansei só de expor... isso por que não contei tudo o que fiz o dia todo no escritório, que vale lembrar que chegou produtos também e tinha tudo pra conferir e guardar...( ainda bem que maridão estava no escritório, e a parte que inclui força braçal é com ele, não carreguei nenhuma caixa, mas mesmo assim fiz todo o trabalho de todos os dias).
Será que ser mãe, esposa e profissional cansa? Acho que sim, mas é tão maravilhoso quando a filhota janta e vem me encher de beijos por que a comida estava uma delícia e ela volta e repete o prato... E o maridão chegou do futebol (toda terça tem...) e jantou 1h da manhã e veio na cama me encheu de beijos e disse que tudo estava uma delícia, inclusive a comida que seria para o almoço de hoje, que ele não resistiu...
Cuidar de outras pessoas é um exercício de desprendimento e gasta bastantes calorias...rs, mas deixa a gente meio (muito) cansada (o), no balanço final vale a pena os beijos e carinhos que pelo menos eu ganho....

Tenham um ótimo dia!

Sandra Duarte Borges

Profissão? Sou Mãe!

Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.

Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
- O que eu pergunto é se tem um trabalho, insistiu o funcionário.
- Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne.
- Sou mãe.
- Nós não consideramos 'mãe' um trabalho.
- Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
- Qual é a sua ocupação? perguntou.
- Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
- Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
- Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
- Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
- Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse, o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
- Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental
(normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
- Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é em média 14 horas por dia (para não dizer 24...).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe - uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (uma bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.

Senti-me triunfante!

Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora- Senior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
As bisavós: Doutora-Executiva-Senior e as tias: Doutora-Assistente.


(autor desconhecido)
 
Gosto especialmente deste texto, ele retrata a realidade com tanta honestidade, eu fico pensando às vezes que ser mãe deveria ser uma função remunerada sabe???

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sucesso é...

Aos 02 anos sucesso é: conseguir andar.

Aos 04 anos sucesso é: não fazer xixi nas calças.

Aos 12 anos sucesso é: ter amigos. 

Aos 18 anos sucesso é: ter carteira de motorista.

Aos 20 anos sucesso é: fazer sexo.

 Aos 35 anos sucesso é: dinheiro. 

 Aos 50 anos sucesso é: dinheiro. 

 Aos 60 anos sucesso é: fazer sexo. 

 Aos 70 anos sucesso é: ter carteira de motorista. 

 Aos 75 anos sucesso é: ter amigos. 

 Aos 80 anos sucesso é: não fazer xixi nas calças. 

Aos 90 anos sucesso é: conseguir andar.



ASSIM É A VIDA....

"Não levamos nada desta vida, então... pra que perder tempo com maldade, com falsidade, com falta de amor?
Todos teremos o mesmo destino (a morte do corpo), independentemente da condição financeira, da classe social e etc.
Portanto... Ame, Brinque, Perdoe e Aproveite a Vida...!!!" 

SEJA FELIZ



(autor desconhecido, enviado por e-mail pela querida amiga Elisangela Almeida)

A Marca do Amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto,  as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela cicatriz.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou:
- Além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
Silêncio total em sala.
-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...
- Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
- Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- Minha filhinha está lá dentro!
- Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...
- Foi aí que decidi.
- Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.
- Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.
- Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.
- Eu sabia o quarto em que ela estava.
- Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
- Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:

- Vocês podem achar esta cicatriz feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizer ou fazer, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.



(autor desconhecido, enviado por e-mail pela querida amiga Maria de Fátima Sales)

Obs.: Todos nós temos cicatrizes e todos nós já machucamos alguém deixando lá uma cicatriz, mas o importante da vida é saber perdoar o outro e a nós mesmos, por que nós não erramos porque temos vontade de errar, erramos por falta de conhecimento, por desepero, por descuido...

Observe o Sol e Viva!

Embora a maioria permaneça dormindo, ele proporciona a cada manhã um dos maiores espetáculos da terra...

É a vida que recomeça, dando a cada um a oportunidade de fazê-la melhor a cada instante.

OBSERVE AS FLORES

Amanhecem felizes, não têm nenhum tipo de ansiedade, porque não competem entre si.
Cada uma tem o seu papel e a sua importância na beleza da vida.
Vivem em harmonia e por isso constroem um cenário harmonioso e inesquecível.
Tudo à nossa volta festeja o novo dia que começa.
Tudo é benção!
Tudo é luz!
Tudo é vida!
Torne este momento inesquecível,
Repleto de silêncio e gratidão.
Gratidão à existência que lhe deu esta oportunidade, gratidão a todos os que o auxiliam nesta jornada.

Estar vivo é o grande milagre!

Você não precisa de mais nada para se sentir a pessoa mais feliz do mundo!
Coração agradecido fala diretamente com Deus.
Nada neste mundo faz sentido se não tocamos o coração das pessoas.
Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves na alma.


(autor desconhecido)