terça-feira, 24 de agosto de 2010

A caixinha dourada...


Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina embrulhando uma caixinha com aquele papel dourado e colocando-a debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você Papá!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou e disse:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?
A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para você, Papá".
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava a caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

(autor desconhecido)

Uma lição de Amizade e de Amor...


Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada... mas com vontade de dar o melhor de si, de terminar a corrida e ganhar.
Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás.
Então viraram e voltaram todos juntos.
Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse:
- Pronto, agora vai sarar!

E todos os noves competidores, deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
Talvez os atletas fossem deficientes mentais...
Mas com certeza, não eram deficientes espirituais...

'Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos.'

'Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é só uma conseqüência.'

Emanuela Barbosa Soares

Folha Amassada


Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva a menor provocação.
Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes, sentia-me envergonhado e me esforçava por consolar quem tinha magoado.

Um dia,meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva,entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:
- Amasse-a!!
Com medo obedeci e fiz com ela uma bolinha de papel.
- Agora (voltou-me a dizer) deixe-a como estava antes.

É obvio que não poderia deixá-la como antes.
Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas e marcas.
Então disse-me o professor:

O coração das pessoas é como este papel.
A impressão que deixamos será tão difícil de apagar como este papel amassado.
Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente.
Quando sinto vontade de estourar, lembro-me do caso do papel amassado.


(autor desconhecido)

A história do porco espinho!


Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam maior calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros e voltaram a morrer congelados.
Então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!

Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.


(autor desconhecido)

Paradoxo do Nosso Tempo


Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor,quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família, seus amores, seus amigos, a pessoa que lhe ama...

E, aquelas que estão ao seu lado, sempre...!


(autor - George Carlin)

Amigo é coisa pra se guardar...


Um filho pergunta à mãe:
- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!
- Claro, mas o que ele tem?
O filho, com a cabeça baixa, diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe, furiosa, diz:
-E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai...
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe, com raiva:
- E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
'- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!'

Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e festa. Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.
CONSERVEM SEUS AMIGOS(as)! PERDOE DE DESAVENSAS QUANDO HOUVER, SEJA FELIZ AO LADO DELES PORQUE O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO...

(recebi por e-mail da cunhada e querida amiga Tania Vilanova)
Adorei... por isso postei aqui...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Alegria não tem idade...


A vida é muito curta para acordar com arrependimentos.
Ame as pessoas que te tratam bem.
Ame, também, àqueles que não, só porque você poooode.
Acredite que tudo acontece por uma razão.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Beije devagar.
Perdoe rápido.
Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.


(recebi da querida amiga - Regiane Aparecida Pexe)

Anjos na Ladeira


Diane, uma jovem estudante universitária cristã, estava em casa naquele verão.
Foi visitar alguns amigos nessa noite e a conversa animada e um pouco mais longa do que planejara, fez com que as horas avançassem noite adentro e se fez muito tarde para retornar caminhando sozinha até sua casa.
Mas não tinha medo, porque morava numa cidadezinha pequena e tranquila e estava há poucos quarteirões dali.

Enquanto caminhava até sua casa, pediu a Deus que a mantivesse a salvo de qualquer mal ou perigo.
Quando chegou a uma viela que utilizava como atalho para chegar mais rápido até sua casa, resolveu ir por ela.

Quando estava na metade da ruazinha, notou um homem parado no final dela e parecia que a estava esperando.

Diane ficou nervosa e começou a rezar pedindo proteção a Deus.
Neste instante, um sentimento de tranquilidade e segurança a envolveram, sentiu como se alguém estivesse caminhando junto dela, chegou ao final da viela e foi caminhando justamente na direção onde o homem se encontrava, mas nada aconteceu chegando bem na sua casa.

No dia seguinte leu no jornal, que uma moça havia sido estuprada naquela mesma viela, uns 20 minutos depois que ela passara por ali.

Sentindo-se mal por essa tragédia e pensando que poderia ter sido com ela, começou a chorar dando Graças a Deus por tê-la cuidado e lhe rogou que ajudasse a outra jovem. Decidiu então ir à delegacia de polícia, acreditando que poderia reconhecer o homem e lhes contou sua história.

O delegado lhe preguntou se estaria disposta a identificar o homem que havia visto na noite anterior naquela viela.
Prontamente concordou e sem duvidar reconheceu o homem em questão.
Quando o homem soube que tinha sido identificado, rendeu-se e confessou.

O Delegado de polícia agradeceu a Diane pela sua coragem e lhe preguntou se havia algo que pudessem fazer por ela, então pediu que preguntassem ao homem, porque não havia atacado a ela quando passou pela mesma viela.

Quando o Delegado preguntou ao homem, ele respondeu: "Porque ela não estava sozinha, haviam dois homens altos caminhando um de cada lado"

Moral da historia?
Não subestimes o poder de uma oração!


(autor desconhecido - enviado a por e-mail pela querida Amiga Regiane Aparecida Pexe)

Segurança no colo do Pai


Um fazendeiro saiu para uma visita a uma aldeia distante e
levou seu filho pequeno junto com ele.
No caminho eles passaram por um rio cujas águas corriam velozmente.
Eles atravessaram uma fraca ponte que parecia prestes a desmoronar.
O dia ainda estava claro, mas, o menino ficou muito assustado.
Ao retornar para casa, ao entardecer, o menino lembrou-se do rio e da velha ponte e ficou em pânico.
Como eles cruzariam aquele turbulento rio à noite? Notando sua ansiedade, o pai ergueu o filho e levou-o em seus braços.
Antes de chegar à ponte, o menino estava profundamente adormecido contra os ombros de seu pai.
Quando o sol da manhã seguinte atravessou o vidro da janela de seu quarto, o menino despertou e descobriu que estava seguro em sua casa.

Muitas vezes nos vemos ansiosos e enfrentando o mesmo temor daquela criança ao atravessar a ponte.
A insegurança nos domina, o medo tira a nossa paz, o receio de levantar e recomeçar nos deixa prostrados e conformados com uma pequena derrota.
Sentimo-nos frágeis, sem forças, sem vigor, sem esperanças e sem fé.
O medo nos faz desistir de lutar, de conquistar nossos sonhos, de vibrar com as vitórias almejadas.

Esquecemos de que temos um Pai amoroso, que caminha ao nosso lado, que nos toma no colo quando nos sentimos fracos, que nos protege das correntezas das adversidades. Esquecemos de que Ele nos prometeu grandes bênçãos e de que jamais nos desamparará. Precisamos ter a coragem e a ousadia de confiar nEle, de nos deixar conduzir por Suas fortes mãos, de nunca duvidar de que na Sua presença sempre estaremos seguros.

Se a escuridão dos problemas lhe causa pânico, coloque sua cabeça nos ombros do Pai celestial e logo verá o brilho do sol das Suas ricas bênçãos brilhando novamente sobre sua vida.

(autor desconhecido - recebi por e-mail da querida Amiga Regiane Aparecida Pexe)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Você acredita em milagre?


Eram aproximadamente 22h00min quando um jovem começou a se dirigir para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir:

- Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo.
- Eu irei ouvi-lo.
- Farei tudo para obedecê-lo

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
- Pare e compre um galão de leite!
- Ele balançou a cabeça e falou alto:
- Deus? É o Senhor?

Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.

Porém, novamente, surgiu o pensamento:

- Compre um galão de leite.
- Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite.

Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil...
Ele poderia também usar o leite.

O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:

- Vire naquela rua.
Isso é loucura... pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua.
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se para a sétima rua.

Meio brincalhão ele falou alto
- Muito bem, Deus. Eu farei.

Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que deveria parar.
Ele brecou e olhou em volta.
Era uma área mista de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo:
- Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua.
O jovem olhou a casa.
Ele começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se.
- Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?

Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente, ele abriu a porta do carro.
- Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas.
Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem.
Eu quero ser obediente.
Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui.

Ele atravessou a rua e tocou a campainha...
Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem soou alto:
- Quem está aí? O que você quer?
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.
Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.
- O que é?
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
- Comprei isto para vocês. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.

O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
- Nós oramos... Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.

Sua esposa gritou lá da cozinha:
- Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite... Você é um anjo?

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face ele teve certeza que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.



(autor desconhecido - recebi por e-mail da querida amiga e cunhada Tânia Sartor Camardella Vilanova)

Terapia do Elogio!


Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios…

Não existe mais carinho;
Não valorizam mais as qualidades;
Só se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos do outro.
Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda.

Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar de sua imagem externa, o corpo e o rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias e os relacionamentos.
A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios psiquiátricos.
Esvaziam e destroem seus casamentos, e acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Comecemos a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam.
O bom profissional, o bom filho, o bom pai ou a boa mãe, o bom amigo, a boa dona de casa…
A mulher e o homem que se cuidam…
Enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível se viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Então elogie alguém hoje!


Texto – Arthur Nogueira – Psicólogo
(enviado por e-mail pela querida amiga Luciana Feliciano)

"Destralhe-se"


- Bom dia, como tá a alegria?
Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar.

- Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!
e ela me apertou.

Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; 12 fazem a vida prosperar.

Falando nisso,
- Vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.

Já ouviu falar em toxinas da casa?

Pois são:

- objetos que você não usa,
- roupas que você não gosta ou não usa há um ano ou mais,
- coisas feias,
- coisas quebradas, lascadas ou rachadas
- velhas cartas, bilhetes,
- plantas mortas ou doentes,
- recibos/jornais/revistas, antigos,
- remédios vencidos,
- meias velhas, furadas,
- sapatos estragados...

Ufa, que peso!!!

- O que está fora está dentro e isso afeta a saúde.
Aprendi com dona Francisca.

- Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa!
Ela diz, enquanto me ajuda a 'destralhar', ou liberar as tralhas da casa...

O 'destralhamento' é a forma mais rápida de transformar a vida, e
ajuda as outras eventuais terapias.

Com o destralhamento:

- A saúde melhora;
- A criatividade cresce;
- Os relacionamentos se aprimoram...

É comum se sentir:

- cansado,
- deprimido,
- desanimado,
em um ambiente cheio de entulho, pois "existem fios invisíveis que nos ligam à tudo aquilo que possuímos".

Outros possíveis efeitos do "acúmulo e da bagunça":

- sentir-se desorganizado;
- fracassado;
- limitado;
- aumento de peso;
- apegado ao passado...

No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
Na entrada, restringem o fluxo da vida;
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
Acima de nós, são dores de cabeça;
Sob a cama, poluem o sono.


- Oito horas, para trabalhar;
Oito horas, para descansar;
Oito horas, para se cuidar.

Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:

- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo hoje ?
- O que vou sentir ao liberar isto?

...e vá fazendo pilhas separadas...
- Para doar!
- Para jogar fora!

Para destralhar mais:
- livre-se de barulhos,
- das luzes fortes,
- das cores berrantes,
- dos odores químicos,
- dos revestimentos sintéticos...

e também....

- libere mágoas,
- pare de fumar,
- diminua o uso da carne,
- termine projetos inacabados.

"Se deixas sair o que está em ti, o que deixas sair te salvará...
Se não deixas sair o que está em ti, o que não deixas sair te destruirá",
Arremata o mestre Jesus, no evangelho de Tomé.

Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser "impermanente", diz a sabedoria oriental.

O Ocidente resiste a essa idéia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.

Dona Francisca me conta que:

- As frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo, a gente deveria de ser assim. Ela diz

Destralhar ajuda a adocicar.

Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar.

"As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física. Quando se encontram, ou reencontram, mesmo depois de muitos anos, a amizade é tão forte quanto sempre. Não há a necessidade de acumular objetos como "lembrança", a lembrança está na memória de cada um, e na vida eterna nada do que se acumulou aqui poderá ir junto, e haverá que se aprender a viver as lembranças na memória e não nas "tralhas" acumuladas.

Pense nisso!!!

(autor desconhecido)

(recebi por e-mail da querida Amiga - Silmara Bovi)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Uma informação por favor?!


Quando eu era criança, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança.
Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, bem polido, afixado à parede.
O receptor brilhante pendia ao lado da caixa.
Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena!
Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa, e o nome dela era
"Informação, por favor"
e não havia coisa alguma que ela não soubesse.
"Informação, por favor" poderia fornecer o número de qualquer pessoa e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho. Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo.
A dor foi horrível, mas não parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente à escada e subindo-a.

Então, lembrei-me: o telefone!
Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas e usei-a para alcançar o telefone. Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse:
"Informação, por favor!"
Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido:
"Informação."

Então, choramingando, eu disse:
- Eu machuquei o meu dedo...
Agora que eu tinha platéia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto.
- Sua mãe não está em casa? , veio a pergunta.
- Ninguém está em casa a não ser eu, falei chorando.
- Você está sangrando? Ela perguntou.
- Não. Eu respondi. - Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!
Então a voz suave, do outro lado falou:
-Você pode ir até a geladeira?
Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma:
- Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo.

E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor" pra qualquer coisa.
Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde a Filadélfia se localizava no mapa.
Ajudava-me nas tarefas de matemática. Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo que peguei no parque para criar como bichinho de estimação.

Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu.
Eu chamei "Informação, por favor" e contei-lhe a triste estória. Ela ouviu atentamente, então falou-me palavras de conforto que os adultos costumam dizer para consolar uma criança.

Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe:

- Por que é que os passarinhos cantam de maneira tão bela, dão tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas vidas como um monte de penas numa gaiola?

Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação pelo fato de haver dito calmamente:
- Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!
Não sei porquê, mas me senti bem melhor.

Numa outra ocasião, eu estava ao telefone:
"Informação, por favor".

"Informação," disse a já familiar e suave voz.

- Como se soletra a palavra consertar? Perguntei.

Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos.
Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste.
Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!

"Informação, por favor" pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa.

Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça.

Com certa freqüência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho.

Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, para que eu pegasse um outro e seguisse viagem.

Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião decolasse.
Passei então uns 15 minutos ao telefone, conversando com minha irmã que na época estava morando lá. Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, eu disquei para a telefonista e disse:

- "Informação, por favor".

De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia!

"Informação."

Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo:

- Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar?

Houve uma longa pausa. Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder:

- Espero que seu dedo já tenha sarado agora!

Eu ri satisfeito e disse:

- Então ainda é realmente você, eu fico pensando se você tem a mínima idéia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!

Ela disse:

- E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!

E continuou:

- Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações.

Então, eu disse pra ela que muito freqüentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente quando eu fosse visitar minha irmã.

- Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally.

Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu:

- "Informação".

Eu perguntei por Sally.

- Você é um amigo? Ela perguntou.

- Sim, um velho amigo. Respondi.

Ela disse:

- Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês.

Ainda perplexo e antes que eu desligasse ela disse:

- Espere um pouco. Seu nome é Paul?

- Sim. Respondi.

- Bem, Sally deixou uma mensagem para você.
Ela deixou escrita caso você ligasse.
- Deixe-me ler para você.

A mensagem dizia:

"Diga pra ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar. Ele vai entender o que eu quero dizer".

- Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone.

- Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer.

(autor desconhecido)

Bombeiro!


A mãe parou ao lado do leito de seu filhinho de 6 anos,que estava doente de leucemia.
Como qualquer outra mãe, ela gostaria que ele crescesse realizasse seus sonhos.
Agora, isso não seria mais possível, por causa de uma leucemia terminal.

Junto dele tomou-lhe a mão e perguntou:
- Filho, você alguma vez já pensou o que gostaria de ser quando crescesse?
- Mamãe, eu sempre quis ser um bombeiro! A mãe sorriu e disse:
- Vamos ver o que podemos fazer.

Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao Corpo de Bombeiros local e contou ao Chefe dos Bombeiros a situação de seu filho e perguntou se seria possível o garoto dar uma volta no carro dos bombeiros, em torno do quarteirão.

O Chefe dos bombeiros, comovido, disse:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO ! Se você estiver com o seu filho pronto às sete horas da manhã, daqui a uma semana, nós faremos um bombeiro honorário, por todo o dia.
Ele poderá ir para o quartel, comer conosco e sair para atender às chamada incêndio.

E se você nos der as medidas dele, nós conseguiremos um uniforme completo: chapéu com o emblema de nosso batalhão, casaco amarelo igual ao que vestimos e botas também.
Uma semana depois, o bombeiro-chefe pegou o garoto, vestiu-lhe o uniforme de bombeiro e o escoltou do leito do hospital até o caminhão de bombeiros.

O menino ficou sentado na parte de trás do caminhão, e foi até o quartel central. Parecia-lhe estar no céu... Ocorreram três chamadas naquele dia na cidade e o garoto acompanhou todos as três. Em cada chamada, ele foi em veículos diferentes: no tanque, na van dos paramédicos e até no carro especial do chefe dos bombeiros.

Todo o amor e atenção que foram dispensados ao menino acabaram comovendo-o tão profundamente que ele viveu três meses a mais que o previsto.
Uma noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente e a mãe decidiu chamar ao hospital, toda família.

Então, ela lembrou a emoção que o garoto tinha passado como um bombeiro, e pediu à enfermeira que ligasse para chefe da corporação, e perguntou se seria possível enviar um bombeiro para o hospital, naquele momento trágico, para ficar com o menino.

O chefe dos bombeiros respondeu:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO!
Nós estaremos aí em cinco minutos.
Mas faça-me um favor.
Quando você ouvir as sirenes e vir as luzes de nossos carros,avise no sistema de som que não se trata de um incêndio apenas o corpo de bombeiros vindo visitar mais uma vez, um de seus mais distintos integrantes.

E também poderia abrir a janela do quarto dele!
Obrigado!
Cinco minutos depois, uma van e um caminhão com escada chegaram ao hospital. Estenderam a escada até o andar onde garoto estava, e 16 bombeiros subiram.

Com a permissão da mãe, eles o abraçaram, seguraram sua mão e disseram que o amavam. Com a voz fraquinha, o menino olhou para o chefe e perguntou:
- Chefe, eu sou mesmo um bombeiro?
- Sim, você é um dos melhores - disse ele.
Com estas palavras, o menino sorriu e fechou seus olhos para sempre.


"A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos"


(autor desconhecido - recebi por e-mail da querida amiga Luciana Feliciano)

Filme - Nosso Lar


Caros amigos,

A hora é chegada!


No dia 3 de Setembro poderemos, finalmente, ver a obra de André Luiz nas telas de cinema.


Baseado na obra de Chico Xavier, o filme Nosso Lar conta a historia do próprio André Luiz, médico bem sucedido que, após sua morte, acorda no mundo espiritual. Ele não pertence mais ao mundo dos vivos e novas lições e conhecimentos surgem em seu caminho. Enquanto aprende como é a vida em outra dimensão e anseia em voltar a terra e rever seus parentes, André Luiz descobre a grande verdade: a vida continua para todos.

Além do conhecido ator de peças espíritas Renato Prieto, o elenco conta também com profissionais de peso da dramaturgia nacional como Ana Rosa, Werner Schünemann, Othon Bastos, Paulo Goulart e Inez Vianna.


Nosso Lar conta com uma equipe formada por grandes nomes internacionais como o compositor Philip Glass, o diretor de fotografia Ueli Steiger e a empresa de efeitos visuais Intelligent Creatures, e é coproduzido e distribuído pela Fox Film do Brasil.

Não perca a oportunidade de ver essa linda história nas telas do cinema!

Sessões para grupos do filme Nosso Lar

O filme Nosso Lar entrará em cartaz nas salas de cinema de todo Brasil a partir de 3 de Setembro. Mas para que vocês possam assistir a esta super produção antes de sua estreia, gostaríamos de informar que a partir do dia 27 de agosto, estarão disponíveis sessões fechadas do filme para grupos.
Estas sessões serão disponibilizadas por alguns cinemas a preços especiais e ocorrerão somente no período da manhã, antes da programação normal do cinema e deverão ser agendadas diretamente com os cinemas (consultar a tabela no site), com antecedência mínima de 48 horas.
Para verificar se há disponibilidade em sua cidade, favor consultar o site do filme: www.nossolarofilme.com.br e acessar o link “sessões especiais”.
As condições de preço e número mínimo de pessoas por sessão deverão ser verificadas diretamente com o responsável de cada cinema.

Pedimos que divulguem essas informações aos colegas e familiares.
Sua participação é fundamental para disseminar esta importante mensagem.



3 de setembro nos cinemas

O filme conta também com um perfil nas maiores redes sociais na internet. Não deixe de visitá-los e de ajudar a difundir o filme Nosso Lar, seja você também um multiplicador dessa mensagem!

Redes Sociais:

www.facebook.com/nossolarofilme
www.orkut.com/nossolarofilme
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Nova edição

A FEB lançou, no dia 12 de agosto, na abertura da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a edição especial da obra Nosso Lar, com nova capa, alusiva ao longa metragem. O lançamento contou com a presença de representantes das federativas estaduais, entidades especializadas, dirigentes e presidente da FEB, bem como imprensa espírita.
Informações: www.febnet.org.br

Casamento....


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.



De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.



Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"



Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.



Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.



Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.



No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.



Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.



Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.



Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.



Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.



Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.



No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.



No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.



No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.



Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.



A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.



Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.



Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".



Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".



Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.



A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.



Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".



Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.



Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!



(autor desconhecido - texto recebido por e-mail pela querida Amiga Regiane Aparecida Pexe)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A vida é uma viagem de trem...


Podemos comparar a vida, a uma viagem de trem.
Uma comparação interessante quando bem interpretada.
Interessante porque nossa vida é cheia de embarques e desembarques...
De surpresas agradáveis com alguns embarques...
E de tristezas com alguns desembarques.
Quando nascemos, embarcamos nesse trem e encontramos duas pessoas que acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.
Não é verdade.
Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam...
Deixando-nos órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto.
Mas isso não impede que durante a viagem, embarquem pessoas interessantes, que virão a ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio.
Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E há também outras que passam de vagão em vagão prontas para ajudar quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas.
Outros tantos viajam no trem de tal forma, que quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão importantes acomodam-se em vagões diferentes do nosso.
Isso nos obriga a fazer essa viagem separado deles...
Mas nada nos impede de com grande dificuldade atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não poderemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperanças, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando descer desse trem, sentirei saudades?
- Sim.
Deixar meus filhos viajando sozinhos será triste.
Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida será para mim dolorido. Mas me agarro à esperança de que em algum momento, estarei na estação principal e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E me deixará feliz saber que de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.
Não pense no desembarque somente como a representação da morte, mas também como o término de uma história...
Algo que duas ou mais pessoas construíram e que por algum motivo deixaram desmoronar.
Muitas pessoas têm a capacidade de reconstruir, recomeçar, isso é sinal de garra, é saber tirar o melhor de “todos os passageiros”.
Agradeço muito por estar nesse trem e pelas pessoas que estão comigo fazendo parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado sei que estamos ou no mesmo vagão, ou num vagão vizinho bem próximo.

(autor desconhecido)

Interessante este texto, por que se refletirmos, vamos observar que a vida é assim mesmo, conhecemos várias pessoas no decorrer da nossa existência, que as vezes estão perto de nós e outras vezes estão mais longe, e assim vai...

Manifesto às Formigas


Chico sempre amou muito a Natureza.
Possuía em sua casa, entre outras plantas, roseiras que deixava seu quintal numa festa de cores e perfumes.
Certo dia, porém, começou uma devastação intensa pelas formigas.
Procura-se por toda parte e descobre-se um gigantesco formigueiro.
Amigos da casa resolveram adquirir Formicida Tatu para despejar sobre elas, a fim de acabar com a devastação.
Chico fica pensativo à busca de uma solução e resolve escrever um manifesto às formigas.
Durante três dias ele leu muito próximo ao formigueiro o seu manifesto:
– Comunico às minhas irmãs formigas que embora admire muito o seu trabalho, é preciso que deixem esta residência, pois uma tempestade vai desabar sobre vocês.
– E elas saíram, Chico?, perguntei-lhe.
– Quase a totalidade delas.
– E você deixou o pessoal colocar o veneno?
– Deixei ... as que ficaram eram subversivas.

(do Livro Chico de Francisco - Adelino da Silveira)

21ª Bienal do Livro de São Paulo


A Bienal Internacional do Livro de São Paulo que iniciou ontem 12 de agosto de 2010, é um evento cultural organizado pela Câmara Brasileira do Livro, que reúne várias editoras brasileiras e estrangeiras para apresentar lançamentos e seus títulos.



Oficial
Cozinhando com palavras - Sob a temática cozinhando com palavras, o espaço reunirá chefs de cozinha autores de livros para que ofereçam aulas práticas e debates.
Salão de idéias - O espaço é conhecido por promover mesas de debates entre escritores nacionais e internacionais sobre os mais variados temas.
Palco Literário: Grandes nomes do teatro, cinema, música e televisão farão um link entre a literatura e as demais expressões artísticas.
Espaço do Professor: O espaço é concebido para capacitar professores dos ensinos Fundamental e Médio, de escolas públicas e privadas, a trabalhar o livro em sala de aula.
Território Livre: O espaço é conhecido por promover mesas de debates entre escritores nacionais e internacionais sobre os mais variados temas.
Espaço da Lusofonia: Oferecerá atividades gratuitas focadas em iniciativas de divulgação, propagação e ensino do idioma português pelo mundo.
Exposição Monteiro Lobato: Um acervo que mostrará a história de um dos maiores escritores brasileiros.



O Livro é uma viagem: Espaço dedicado ao público infantil, de 7 a 14 anos, para promover a importância da leitura.
Fábulas com a Turma da Mônica: Espaço para atividades lúdicas de entretenimento com as crianças que visitarão a Bienal do Livro.
Exploração Discovery Kids: Um Explorador Discovery Kids é uma criança que explora a vida a medida que vai crescendo, descobrindo o fantástico mundo que a rodeia.

Programação completa leia:

http://www.bienaldolivrosp.com.br/




História da Bienal do Livro de São Paulo

A primeira Bienal Internacional do Livro de São Paulo aconteceu entre 15 e 30 de agosto de 1970, no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, decorrência de um projeto que se iniciou na década de 1950. Nessa época, mais precisamente em 1951, com o intuito de introduzir no país a tradição européia das feiras de livros encontradas na França, na Alemanha e na Itália, a CBL promoveu a primeira Feira Popular do Livro, na praça da República.

A experiência foi retomada em 1956 e deslocada para o Viaduto do Chá, ponto ainda mais central da capital paulista e de grande fluxo de pedestres. O projeto foi ganhando corpo e novos adeptos. Em 1961, em parceria com o Museu de Arte de São Paulo, foi promovida a primeira Bienal Internacional do Livro e das Artes Gráficas, evento que se repetiu em 1963 e 1965. Eles serviram de ensaio para a primeira Bienal Internacional do Livro bancada exclusivamente pela CBL, em 1970.

Em 1996, ela passou a ser realizada no Expo Center Norte, para abrigar um maior número de expositores e proporcionar um maior conforto ao público. Em razão do crescimento contínuo de público e expositores, em 2002, ela deixou o Center Norte e foi para o Centro de Exposições Imigrantes (com 45 mil metros quadrados de área), onde foi realizada até 2004.

A partir de 2006 a Bienal do Livro de São Paulo passa a ser organizada no Parque Anhembi, junto à Marginal Tietê na Casa Verde.
Aproveite a Maior Festa Literária do Brasil em São Paulo!

Infantil

Programação Cultural

Não deu tempo...


Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Tinha tido um sono agitado. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.

Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente, não prestou atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pelos teimosos que escaparam da lâmina de barbear. "A vida é uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher", pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.

Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia por que ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?

Claro que não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma canção antiga do Roberto Carlos, "detalhes tão pequenos de nós dois..." Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tardes de domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.

Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente, era impossível.

Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.

No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando. Enquanto engolia relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo concluiu que era um mal-estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.

Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou à sua mesa. "A vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?

Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.

Entrou no carro, deu partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal-estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar... a dor foi aumentando... o carro desapareceu... os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas que mais gostava.

Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigos no último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.

Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas. Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto... queria... queria... mas não deu tempo...