O que julgamos ser óbvio
Quase nunca o é em verdade.
O que julgamos ser verdade
Quase nunca o é em absoluto.
O que julgamos ser absoluto
Quase nunca o é para sempre.
O que julgamos ser para sempre
Quase nunca vai além do amanhã.
O que julgamos ser até amanhã
Quase nunca chega até lá de fato.
Quando julgamos, quase sempre o fazemos com nossos sentimentos e sem ter o conhecimento de todo o contexto, nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida, por isso, na grande maioria das vezes erramos...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Quando Julgamos...
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
A Menina e o Pássaro Encantado
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo.
Ele era um pássaro diferente de todos os demais: Era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
- Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você ...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira.
Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
... Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as histórias.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia.
E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre.
Mas chegava sempre uma hora de tristeza.
- Tenho que ir, ele dizia.
- Por favor não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar ...
- Eu também terei saudades, dizia o pássaro.
- Eu também vou chorar.
- Mas eu vou lhe contar um segredo: As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios ... E o meu encanto precisa da saudade.
- É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
- Se eu não for, não haverá saudades.
Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. Imaginando se o pássaro voltaria.
E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada.
- Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre.
- Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz.
Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera.
Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu.
Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
- Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
- Ah! Menina ... Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das histórias...
Sem a saudade, o amor irá embora ...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu.
O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste.
E veio o silêncio; deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava.
E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo ...
Até que não mais agüentou. Abriu a porta da gaiola.
- Pode ir, pássaro, volte quando quiser ...
- Obrigado, menina. É, eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
- Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
- Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito.
- Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita.
- E você se enfeitará para me esperar ...
E partiu. Voou que voou para lugares distantes.
A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia.
- Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo ...
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava seus cabelos, colocava flores nos vasos.
- Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje!
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro.
Porque em algum lugar ele deveria estar voando.
De algum lugar ele haveria de voltar.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama ...
E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.
- Quem sabe ele voltará amanhã ...
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.
(autor desconhecido)
Nota: Quem Ama de verdade deixa seu amor livre para ir e vir... Isso é Amor...
Ele era um pássaro diferente de todos os demais: Era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
- Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você ...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira.
Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
... Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as histórias.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia.
E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre.
Mas chegava sempre uma hora de tristeza.
- Tenho que ir, ele dizia.
- Por favor não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar ...
- Eu também terei saudades, dizia o pássaro.
- Eu também vou chorar.
- Mas eu vou lhe contar um segredo: As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios ... E o meu encanto precisa da saudade.
- É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
- Se eu não for, não haverá saudades.
Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. Imaginando se o pássaro voltaria.
E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada.
- Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre.
- Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz.
Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera.
Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu.
Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
- Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
- Ah! Menina ... Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das histórias...
Sem a saudade, o amor irá embora ...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu.
O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste.
E veio o silêncio; deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava.
E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo ...
Até que não mais agüentou. Abriu a porta da gaiola.
- Pode ir, pássaro, volte quando quiser ...
- Obrigado, menina. É, eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
- Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
- Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito.
- Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita.
- E você se enfeitará para me esperar ...
E partiu. Voou que voou para lugares distantes.
A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia.
- Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo ...
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava seus cabelos, colocava flores nos vasos.
- Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje!
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro.
Porque em algum lugar ele deveria estar voando.
De algum lugar ele haveria de voltar.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama ...
E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.
- Quem sabe ele voltará amanhã ...
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.
(autor desconhecido)
Nota: Quem Ama de verdade deixa seu amor livre para ir e vir... Isso é Amor...
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Pessoas Especiais
Um dia uma professora pediu para seus alunos listarem os nomes dos amigos de classe em um papel, deixando um espaço na frente para escrever alguma coisa.
Então ela mandou eles pensarem na coisa mais bonita que eles podiam dizer sobre cada um dos colegas da classe e escrever ali neste espaço.
Isso tomou todo o tempo restante da aula até que todos acabassem a tarefa, e quando eles sairam da sala, cada um entregou seu papel à professora.
Depois a professora escreveu o nome de cada aluno em um pedaço de papel separado e listou o que todos os outros tinham dito sobre aquele aluno em especial.
Na aula seguinte ela entregou para cada um a sua lista, e em pouco tempo, a classe inteira estava sorrindo.
"Verdade" ela ouvia.
"Eu nunca soube que significava alguma coisa para alguém!" outro dizia...
"Eu não sabia que os outros gostavam tanto de mim"...
Foram muitos os comentários.
Mas, ninguém mencionou esses papéis na aula novamente. A professora nunca soube se eles discutiram sobre isso entre eles ou com os pais, mas isso não importava.
O exercício atingiu seu objetivo.
Os alunos ficaram felizes com eles mesmos e com os outros.
O tempo passou, aqueles alunos cresceram e cada um iniciou uma nova vida ali mesmo ou em outra cidade.
Quis o destino que um dos alunos perdesse sua vida em uma guerra.
Todos os amigos e a professora foram no funeral daquele aluno especial.
Ela nunca tinha visto um homem num caixão militar antes.
Ele parecia tão bonito e tão maduro.
Seus amigos encheram a igreja e um por um, daqueles que o amavam deram seu Adeus...
A professora foi a última a abençoá-lo.
Mas enquanto ela estava lá, um dos soldados que atuou como acompanhante do funeral veio para ela e disse
- Você era a professora de matemática do Mark? ele perguntou.
Ela mexeu com a cabeça em gesto afirmativo...
- Era.
- O Mark falava muito sobre você.
Logo após o funeral enquanto todos ainda estavam tristes por aquele amigo que não poderiam ver de novo, a professora foi chamada pelos Pais de Mark.
- Nós queremos lhe mostrar uma coisa. O pai disse, tirando a carteira do bolso.
- Encontraram isso no bolso das roupas do Mark, nós achamos que você deveria reconhecer.
Abrindo a carteira, ele cuidadosamente retirou dois pedaços de papel, que obviamente tinham sido lidos e relidos muitas vezes.
A professora soube imediatamente que aquele papel era a lista feita ha muitos anos atrás em uma de suas aulas, com todas as coisas boas que os colegas de Mark tinham escrito sobre ele.
- Muito obrigado por fazer isso. Disse a mãe do Mark.
- Como você pode ver, Mark o guardou como um tesouro.
- Todos os colegas do Mark começaram a reunir-se em volta e Charlie sorrindo timidamente falou.
- Eu também guardo minha lista.
- Ela está na parede do meu quarto.
- A esposa do Chuck falou que a lista deles estava no album de casammento.
- Eu tenho o meu também. Falou Marilyn.
- Está no meu diário.
Então Vicki, outra colega, pegou sua agenda na bolsa e mostrou, gasta e velha, sua lista para o grupo.
- Eu a carrego comigo o tempo todo. Disse ela e continuou...
- Acho que todos nós guardamos nossas listas.
Foi quando a professora finalmente sentou e chorou.
Chorou por Mark e por todos os seus amigos que não o veriam nunca mais e por ver que um pequeno gesto de muitos anos atrás fez uma diferença enorme na vida daqueles alunos.
(autor desconhecido)
Nota: A quantidade de pessoas na sociedade é tão grande que nós nos esquecemos que a vida acaba um dia.
E nós nunca sabemos que dia será.
Então por favor, conte para as pessoas como você as amam e o quanto você se importa com elas, e principalmente como elas são especiais.
Antes que seja tarde demais...
Então ela mandou eles pensarem na coisa mais bonita que eles podiam dizer sobre cada um dos colegas da classe e escrever ali neste espaço.
Isso tomou todo o tempo restante da aula até que todos acabassem a tarefa, e quando eles sairam da sala, cada um entregou seu papel à professora.
Depois a professora escreveu o nome de cada aluno em um pedaço de papel separado e listou o que todos os outros tinham dito sobre aquele aluno em especial.
Na aula seguinte ela entregou para cada um a sua lista, e em pouco tempo, a classe inteira estava sorrindo.
"Verdade" ela ouvia.
"Eu nunca soube que significava alguma coisa para alguém!" outro dizia...
"Eu não sabia que os outros gostavam tanto de mim"...
Foram muitos os comentários.
Mas, ninguém mencionou esses papéis na aula novamente. A professora nunca soube se eles discutiram sobre isso entre eles ou com os pais, mas isso não importava.
O exercício atingiu seu objetivo.
Os alunos ficaram felizes com eles mesmos e com os outros.
O tempo passou, aqueles alunos cresceram e cada um iniciou uma nova vida ali mesmo ou em outra cidade.
Quis o destino que um dos alunos perdesse sua vida em uma guerra.
Todos os amigos e a professora foram no funeral daquele aluno especial.
Ela nunca tinha visto um homem num caixão militar antes.
Ele parecia tão bonito e tão maduro.
Seus amigos encheram a igreja e um por um, daqueles que o amavam deram seu Adeus...
A professora foi a última a abençoá-lo.
Mas enquanto ela estava lá, um dos soldados que atuou como acompanhante do funeral veio para ela e disse
- Você era a professora de matemática do Mark? ele perguntou.
Ela mexeu com a cabeça em gesto afirmativo...
- Era.
- O Mark falava muito sobre você.
Logo após o funeral enquanto todos ainda estavam tristes por aquele amigo que não poderiam ver de novo, a professora foi chamada pelos Pais de Mark.
- Nós queremos lhe mostrar uma coisa. O pai disse, tirando a carteira do bolso.
- Encontraram isso no bolso das roupas do Mark, nós achamos que você deveria reconhecer.
Abrindo a carteira, ele cuidadosamente retirou dois pedaços de papel, que obviamente tinham sido lidos e relidos muitas vezes.
A professora soube imediatamente que aquele papel era a lista feita ha muitos anos atrás em uma de suas aulas, com todas as coisas boas que os colegas de Mark tinham escrito sobre ele.
- Muito obrigado por fazer isso. Disse a mãe do Mark.
- Como você pode ver, Mark o guardou como um tesouro.
- Todos os colegas do Mark começaram a reunir-se em volta e Charlie sorrindo timidamente falou.
- Eu também guardo minha lista.
- Ela está na parede do meu quarto.
- A esposa do Chuck falou que a lista deles estava no album de casammento.
- Eu tenho o meu também. Falou Marilyn.
- Está no meu diário.
Então Vicki, outra colega, pegou sua agenda na bolsa e mostrou, gasta e velha, sua lista para o grupo.
- Eu a carrego comigo o tempo todo. Disse ela e continuou...
- Acho que todos nós guardamos nossas listas.
Foi quando a professora finalmente sentou e chorou.
Chorou por Mark e por todos os seus amigos que não o veriam nunca mais e por ver que um pequeno gesto de muitos anos atrás fez uma diferença enorme na vida daqueles alunos.
(autor desconhecido)
Nota: A quantidade de pessoas na sociedade é tão grande que nós nos esquecemos que a vida acaba um dia.
E nós nunca sabemos que dia será.
Então por favor, conte para as pessoas como você as amam e o quanto você se importa com elas, e principalmente como elas são especiais.
Antes que seja tarde demais...
A Transfusão
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as que restaram ficaram gravemente feridas.
Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado.
Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue.
Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue.
Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente.
Era um menino chamado Heng.
Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.
O médico lhe perguntou se estava doendo, e ele negou.
Mas não demorou muito a soluçar de novo, tentando conter as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto.
Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia.
O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng.
Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas.
E o rostinho do menino foi se aliviando.
Minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos:
- Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava achando que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:
- Mas, se era assim, porque então que você se ofereceu para doar seu sangue
E o menino respondeu, simplesmente:
- ELA É MINHA AMIGA...
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as que restaram ficaram gravemente feridas.
Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado.
Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue.
Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue.
Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente.
Era um menino chamado Heng.
Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.
O médico lhe perguntou se estava doendo, e ele negou.
Mas não demorou muito a soluçar de novo, tentando conter as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto.
Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia.
O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng.
Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas.
E o rostinho do menino foi se aliviando.
Minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos:
- Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava achando que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:
- Mas, se era assim, porque então que você se ofereceu para doar seu sangue
E o menino respondeu, simplesmente:
- ELA É MINHA AMIGA...
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Eu Tenho Tempo...
Hoje, ao atender o telefone, meu mundo desabou.
Entre soluços e lamentos, a voz do outro lado da linha me informava que o meu melhor amigo, meu companheiro de jornada, havia sofrido um grave acidente, vindo a falecer.
As imagens de minha juventude vieram quase que instantaneamente à mente.
A faculdade, as bebedeiras, as conversas em volta da lareira até altas horas da noite, os amores não correspondidos, as colas, a cumplicidade, os sorrisos....
AHHHHH... os sorrisos....
Como eram fáceis de surgir naquela época.
Lembrei da formatura, das lágrimas e despedidas, e principalmente, das promessas de novos encontros.
Em seus olhos a promessa de que eu nunca seria esquecido.
E realmente, nunca fui.
Perdi a conta das vezes em que ele carinhosamente me ligava quando eu estava no fundo do poço.
Das mensagens que nunca respondi.
Lembro que foi o seu rosto que vi quando acordei de minha cirurgia do apêndice.
Lembro que foi em seu ombro que chorei a perda de meu amado pai.
Foi em seu ouvido que derramei as lamentações do noivado desfeito.
Apesar do esforço não consegui me lembrar de uma só vez em que tenha pego o telefone para dizer a ele o quanto era importante para mim.
Afinal, eu não tinha tempo.
Não lembro de procurar um texto edificante e enviar para ele.
Eu não tinha tempo.
Não lembro de ter ouvido os seus problemas.
Eu não tinha tempo.
Acho que eu nunca sequer imaginei que ele tinha problemas.
Não me dignei a reparar que constantemente meu amigo passava da conta na bebida.
Só agora vejo com clareza o meu egoísmo.
Talvez, e este talvez vai me acompanhar eternamente...
Se eu tivesse saído de meu pedestal e prestado um pouco de atenção e despendido um pouquinho do meu sagrado tempo...
Meu grande amigo não teria bebido até não aguentar mais e não teria jogado sua vida fora ao perder o controle de um carro.
Estas indagações que inundam agora o meu ser nunca mais terão resposta.
A minha falta de tempo me impediu de respondê-las.
Agora, escolho uma roupa preta, digna do meu estado de espírito, e pego o telefone.
Aviso ao meu chefe de que não irei trabalhar hoje, e quem sabe nem amanhã.
Pois irei tirar o dia para homenagear uma das pessoas que mais amei nesta vida.
Ao desligar o telefone, com surpresa eu vejo, entre lágrimas e remorsos, que para acompanhar durante um dia inteiro o seu corpo sem vida, EU TENHO TEMPO!
PS: Já faz muitos anos que escrevi este desabafo no diário de minha vida.
Hoje estou casado, tenho dois filhos e todo o tempo do mundo.
Trabalho com o mesmo afinco de sempre, mas somente sou "o profissional" durante o expediente normal.
Fora dele, sou um ser humano.
Nunca mais uma mensagem da minha secretária eletrônica ficou sem pelo menos um "oi" de retorno.
Procuro constantemente encher a caixa eletrônica dos meus amigos com mensagens de amizade e dias melhores.
Sempre lembrando as pessoas de como elas são importantes para mim.
Abraço constantemente meus filhos, minha esposa, e minha família, pois os laços que nos unem são eternos.
Acompanhei cada dentinho que nasceu na boquinha de meus filhos, o primeiro passo, o primeiro sorriso, a primeira palavra.
Procuro sempre "fugir" com minha esposa e voltar aos tempos em que éramos namorados e prometíamos desbravar o mundo.
Esses momentos costumam desaparecer com o tempo.
Distribuo sorrisos e abraços a todos que me rodeiam.
Afinal, para que guardá-los.
Pelo menos uma vez por mês, levo minha família à praia.
Sempre que volto para casa, após este nosso encontro, volto recarregado de energia e de amor.
Mas, principalmente, carrego a certeza de que sempre terei tempo para o amor e suas formas mais variadas.
E, sabe de uma coisa, meu amigo eterno?
Eu sou muito, muito, muito mais feliz!
(autor desconhecido)
Nota: Prestar atenção hoje às pessoas que nos cercam, para não chorar amanhã...
Entre soluços e lamentos, a voz do outro lado da linha me informava que o meu melhor amigo, meu companheiro de jornada, havia sofrido um grave acidente, vindo a falecer.
As imagens de minha juventude vieram quase que instantaneamente à mente.
A faculdade, as bebedeiras, as conversas em volta da lareira até altas horas da noite, os amores não correspondidos, as colas, a cumplicidade, os sorrisos....
AHHHHH... os sorrisos....
Como eram fáceis de surgir naquela época.
Lembrei da formatura, das lágrimas e despedidas, e principalmente, das promessas de novos encontros.
Em seus olhos a promessa de que eu nunca seria esquecido.
E realmente, nunca fui.
Perdi a conta das vezes em que ele carinhosamente me ligava quando eu estava no fundo do poço.
Das mensagens que nunca respondi.
Lembro que foi o seu rosto que vi quando acordei de minha cirurgia do apêndice.
Lembro que foi em seu ombro que chorei a perda de meu amado pai.
Foi em seu ouvido que derramei as lamentações do noivado desfeito.
Apesar do esforço não consegui me lembrar de uma só vez em que tenha pego o telefone para dizer a ele o quanto era importante para mim.
Afinal, eu não tinha tempo.
Não lembro de procurar um texto edificante e enviar para ele.
Eu não tinha tempo.
Não lembro de ter ouvido os seus problemas.
Eu não tinha tempo.
Acho que eu nunca sequer imaginei que ele tinha problemas.
Não me dignei a reparar que constantemente meu amigo passava da conta na bebida.
Só agora vejo com clareza o meu egoísmo.
Talvez, e este talvez vai me acompanhar eternamente...
Se eu tivesse saído de meu pedestal e prestado um pouco de atenção e despendido um pouquinho do meu sagrado tempo...
Meu grande amigo não teria bebido até não aguentar mais e não teria jogado sua vida fora ao perder o controle de um carro.
Estas indagações que inundam agora o meu ser nunca mais terão resposta.
A minha falta de tempo me impediu de respondê-las.
Agora, escolho uma roupa preta, digna do meu estado de espírito, e pego o telefone.
Aviso ao meu chefe de que não irei trabalhar hoje, e quem sabe nem amanhã.
Pois irei tirar o dia para homenagear uma das pessoas que mais amei nesta vida.
Ao desligar o telefone, com surpresa eu vejo, entre lágrimas e remorsos, que para acompanhar durante um dia inteiro o seu corpo sem vida, EU TENHO TEMPO!
PS: Já faz muitos anos que escrevi este desabafo no diário de minha vida.
Hoje estou casado, tenho dois filhos e todo o tempo do mundo.
Trabalho com o mesmo afinco de sempre, mas somente sou "o profissional" durante o expediente normal.
Fora dele, sou um ser humano.
Nunca mais uma mensagem da minha secretária eletrônica ficou sem pelo menos um "oi" de retorno.
Procuro constantemente encher a caixa eletrônica dos meus amigos com mensagens de amizade e dias melhores.
Sempre lembrando as pessoas de como elas são importantes para mim.
Abraço constantemente meus filhos, minha esposa, e minha família, pois os laços que nos unem são eternos.
Acompanhei cada dentinho que nasceu na boquinha de meus filhos, o primeiro passo, o primeiro sorriso, a primeira palavra.
Procuro sempre "fugir" com minha esposa e voltar aos tempos em que éramos namorados e prometíamos desbravar o mundo.
Esses momentos costumam desaparecer com o tempo.
Distribuo sorrisos e abraços a todos que me rodeiam.
Afinal, para que guardá-los.
Pelo menos uma vez por mês, levo minha família à praia.
Sempre que volto para casa, após este nosso encontro, volto recarregado de energia e de amor.
Mas, principalmente, carrego a certeza de que sempre terei tempo para o amor e suas formas mais variadas.
E, sabe de uma coisa, meu amigo eterno?
Eu sou muito, muito, muito mais feliz!
(autor desconhecido)
Nota: Prestar atenção hoje às pessoas que nos cercam, para não chorar amanhã...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
As Três Peneiras...
Olavo foi transferido de projeto.
Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele ...
Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, aparteou:
-Espere um pouco, Olavo.
- O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras Que Peneiras, Chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE.
Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não.
- Como posso saber?
- O que sei foi o que me contaram.
- Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira.
- Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.
- O que voce vai me contar, gostaria que os outros tambem dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! Diz Olavo, assustado.
- Então...- continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE.
- Voce acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe.
- Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar. Fala Olavo, surpreendido.
-Pois é Olavo!
Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? Diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo das Três Peneiras:
VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE
Antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre idéias...
Pessoas comuns falam sobre coisas...
Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas...
(autor desconhecido)
Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele ...
Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, aparteou:
-Espere um pouco, Olavo.
- O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras Que Peneiras, Chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE.
Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não.
- Como posso saber?
- O que sei foi o que me contaram.
- Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira.
- Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.
- O que voce vai me contar, gostaria que os outros tambem dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! Diz Olavo, assustado.
- Então...- continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE.
- Voce acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe.
- Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar. Fala Olavo, surpreendido.
-Pois é Olavo!
Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? Diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo das Três Peneiras:
VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE
Antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre idéias...
Pessoas comuns falam sobre coisas...
Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas...
(autor desconhecido)
O Vendedor de Balões
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas...
Mas uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros ?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho...
- É o que está dentro dele que o faz subir.
(autor desconhecido)
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas...
Mas uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros ?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho...
- É o que está dentro dele que o faz subir.
(autor desconhecido)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Voltando da Guerra
Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã.
Ele ligou para seus pais quando chegou em São Francisco:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a pedir.
- Eu tenho um amigo que gostaria de trazer comigo.
- Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo !!!
- Há algo que vocês precisam saber - continuou o filho.
- Ele foi terrivelmente ferido na luta; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna.
- Não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos encontrar um lugar para ele morar.
- Não, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, você não sabe o que está pedindo.
- Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós.
- Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver.
- Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz.
- Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Neste momento o filho bateu o telefone.
Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.
Alguns dias depois, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco.
O filho havia morrido, depois de ter caído de um prédio.
A polícia acreditava em suicídio.
Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho.
Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram que o filho deles tinha apenas um braço e uma perna.
(autor desconhecido)
Nota: É engraçado, acho que a maioria das pessoas teria dito o mesmo que os pais deste rapaz... Por que será que não se consegue perceber que o filho do outro tem tanta importância quanto o nosso filho? Por que o filho do outro não merece nada de nós? Por que não conseguimos nos olhar como uma grande família? Na verdade é isso que somos aqui na terra... uma grande família... Sempre esperamos que todos tratem bem nossos filhos, que os tratem com respeito, com carinho... Por que não fazemos o mesmo pelos filhos alheios? Por que não conseguimos praticar empatia??? Me sinto imensamente triste quando leio algum texto assim... pois me coloco nas duas situações, o que eu faria se fosse a mãe? E como me sentiria sendo o filho?
Os pais, nesta história são como muitos de nós.
Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.
De preferência, ficamos longe delas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós.
Precisamos aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós.
Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração.
Você não sabe como ele acontece ou quando surge.
Mas, você sabe que este sentimento especial aflora e percebe que a Amizade é o presente mais precioso de Deus.
Amigos nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso.
Nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto...
Ele ligou para seus pais quando chegou em São Francisco:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a pedir.
- Eu tenho um amigo que gostaria de trazer comigo.
- Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo !!!
- Há algo que vocês precisam saber - continuou o filho.
- Ele foi terrivelmente ferido na luta; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna.
- Não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos encontrar um lugar para ele morar.
- Não, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, você não sabe o que está pedindo.
- Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós.
- Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver.
- Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz.
- Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Neste momento o filho bateu o telefone.
Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.
Alguns dias depois, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco.
O filho havia morrido, depois de ter caído de um prédio.
A polícia acreditava em suicídio.
Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho.
Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram que o filho deles tinha apenas um braço e uma perna.
(autor desconhecido)
Nota: É engraçado, acho que a maioria das pessoas teria dito o mesmo que os pais deste rapaz... Por que será que não se consegue perceber que o filho do outro tem tanta importância quanto o nosso filho? Por que o filho do outro não merece nada de nós? Por que não conseguimos nos olhar como uma grande família? Na verdade é isso que somos aqui na terra... uma grande família... Sempre esperamos que todos tratem bem nossos filhos, que os tratem com respeito, com carinho... Por que não fazemos o mesmo pelos filhos alheios? Por que não conseguimos praticar empatia??? Me sinto imensamente triste quando leio algum texto assim... pois me coloco nas duas situações, o que eu faria se fosse a mãe? E como me sentiria sendo o filho?
Os pais, nesta história são como muitos de nós.
Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.
De preferência, ficamos longe delas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós.
Precisamos aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós.
Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração.
Você não sabe como ele acontece ou quando surge.
Mas, você sabe que este sentimento especial aflora e percebe que a Amizade é o presente mais precioso de Deus.
Amigos nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso.
Nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto...
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Eu sei! Mas não deveria!!!
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não deveria.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque ...não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo o dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes.
A abrir as revistas e ver anúncios.
A ligar a televisão e ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua o resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta, e de tanto acostumar, se perde de si mesmo.
(Marina Colasanti)
Nota: Por medo, por falta de coragem, por preguiça, por conformismo a gente se acostuma... é triste... mas é verdade...
Mas não deveria.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque ...não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo o dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes.
A abrir as revistas e ver anúncios.
A ligar a televisão e ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua o resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta, e de tanto acostumar, se perde de si mesmo.
(Marina Colasanti)
Nota: Por medo, por falta de coragem, por preguiça, por conformismo a gente se acostuma... é triste... mas é verdade...
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Recomeçar...
Perdi um brinquedo que me acompanhou durante a minha infância...
Mas ganhei a lembrança do amor de quem me presenteou!
Perdi os meus privilégios e fantasias de menina...
Mas ganhei a oportunidade de crescer e viver livremente!
Perdi muita gente que amei e que me amou e que ainda amo…
Mas ganhei o carinho e o exemplo das suas vidas!
Perdi momentos únicos da vida porque chorava em vez de sorrir…
Mas descobri que para colher amor tenho que plantá-lo!
Perdi muitas vezes e muitas coisas na minha vida.
Mas por esse mesmo “perder” hoje entendo o valor de “ganhar”.
Porque podemos sempre lutar pelo que amamos e porque há sempre tempo para recomeçar!
Não importa em que momento da vida você se cansa.
O mais importante é que sempre é possível e necessário recomeçar.
Recomeçar é dar-se uma nova oportunidade, é renovar as esperanças na vida e, mais ainda, acreditar em si próprio!
Sofreu muito neste período? ... Foi aprendizagem.
Chorou muito?...Foi limpeza da alma.
Odiou?...Foi para poder perdoar.
Sentiu solidão em alguns momentos?...Foi porque fechou a porta.
Pensou que tudo estava perdido?...Foi simplesmente o início da sua melhora.
Sente solidão?...Se olhar ao seu redor verá muita gente à espera do teu sorriso para aproximar-se mais de você!
Onde quer chegar?
Sonhe alto, desesje o melhor, anseie o bem.
A vida nos traz o que desejamos.
Faça hoje uma limpeza mental.
Livre-se do que te prende ao passado.
Cultive mais o perdão, sorria mais , de bom dia, abrace, diga eu te amo, seja solidário, ore por todos, faça o bem sem olhar a quem.
E verá que a vida é simplesmente um retorno, um espelho das nossas atitudes.
Se fazemos o bem ou o mal ele nos retornará.
(autor desconhecido)
Mas ganhei a lembrança do amor de quem me presenteou!
Perdi os meus privilégios e fantasias de menina...
Mas ganhei a oportunidade de crescer e viver livremente!
Perdi muita gente que amei e que me amou e que ainda amo…
Mas ganhei o carinho e o exemplo das suas vidas!
Perdi momentos únicos da vida porque chorava em vez de sorrir…
Mas descobri que para colher amor tenho que plantá-lo!
Perdi muitas vezes e muitas coisas na minha vida.
Mas por esse mesmo “perder” hoje entendo o valor de “ganhar”.
Porque podemos sempre lutar pelo que amamos e porque há sempre tempo para recomeçar!
Não importa em que momento da vida você se cansa.
O mais importante é que sempre é possível e necessário recomeçar.
Recomeçar é dar-se uma nova oportunidade, é renovar as esperanças na vida e, mais ainda, acreditar em si próprio!
Sofreu muito neste período? ... Foi aprendizagem.
Chorou muito?...Foi limpeza da alma.
Odiou?...Foi para poder perdoar.
Sentiu solidão em alguns momentos?...Foi porque fechou a porta.
Pensou que tudo estava perdido?...Foi simplesmente o início da sua melhora.
Sente solidão?...Se olhar ao seu redor verá muita gente à espera do teu sorriso para aproximar-se mais de você!
Onde quer chegar?
Sonhe alto, desesje o melhor, anseie o bem.
A vida nos traz o que desejamos.
Faça hoje uma limpeza mental.
Livre-se do que te prende ao passado.
Cultive mais o perdão, sorria mais , de bom dia, abrace, diga eu te amo, seja solidário, ore por todos, faça o bem sem olhar a quem.
E verá que a vida é simplesmente um retorno, um espelho das nossas atitudes.
Se fazemos o bem ou o mal ele nos retornará.
(autor desconhecido)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
As Estrelas do Mar
Um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs passeava a beira-mar para se inspirar e de tarde ficava em casa escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu uma pessoa que parecia dançar.
Quando chegou perto viu que era um jovem pegando na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando novamente de volta ao mar.
Chegou perto e disse:
- Por que você está fazendo isso?
- Você não vê !? Disse o jovem.
- A maré está baixa e o sol está brilhando.
- Elas vão secar no sol e morrer se ficarem aqui.
O escritor riu e disse ao jovem:
- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pelas praias.
- Que diferença faz, você jogar umas poucas de volta ao oceano se a maioria vai perecer de qualquer forma?
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
-Mas para a vida dessa estrelinha eu fiz a diferença...
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir nem se quer escrever.
De manhazinha foi para a praia, uniu-se ao jovem, e juntos salvaram mais estrelinhas jogandoa-as de volta ao mar.
Podemos fazer deste universo um lugar melhor para vivermos.
Fazendo cada um a sua parte.
Fazendo cada um a diferença.
(autor desconhecido)
Todas as manhãs passeava a beira-mar para se inspirar e de tarde ficava em casa escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu uma pessoa que parecia dançar.
Quando chegou perto viu que era um jovem pegando na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando novamente de volta ao mar.
Chegou perto e disse:
- Por que você está fazendo isso?
- Você não vê !? Disse o jovem.
- A maré está baixa e o sol está brilhando.
- Elas vão secar no sol e morrer se ficarem aqui.
O escritor riu e disse ao jovem:
- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pelas praias.
- Que diferença faz, você jogar umas poucas de volta ao oceano se a maioria vai perecer de qualquer forma?
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
-Mas para a vida dessa estrelinha eu fiz a diferença...
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir nem se quer escrever.
De manhazinha foi para a praia, uniu-se ao jovem, e juntos salvaram mais estrelinhas jogandoa-as de volta ao mar.
Podemos fazer deste universo um lugar melhor para vivermos.
Fazendo cada um a sua parte.
Fazendo cada um a diferença.
(autor desconhecido)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Pedaços de Amizade
Eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante.
As Amizades são feitas de pedacinhos.
Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa.
Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa.
Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro.
Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados; outras de escola; outras de saídas, cinemas, diversões; há ainda aquelas que nascem e a gente nem sabe de quê, mas que estão presentes.
Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação.
Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails e essas não são menos importantes.
São as famosas "amizades virtuais".
Diferentes até, mas não menos importantes.
Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos (e fazemos isso inconscientemente às vezes ) etiquetá-las.
Há amizades profundas que são criadas assim.
Saint-Exupéry disse: "Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante".
E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante.
Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido.
São lembranças para cinco minutos depois ou anos até.
Um amigo torna-se importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudade e nesse instante trazer o outro bem pertinho de nós.
Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras.
O importante é saber aproveitar o máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.
(recebi por e-mail da Amiga Regiane Aparecida Pexe)
Lindo!!! Amei!!!
As Amizades são feitas de pedacinhos.
Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa.
Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa.
Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro.
Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados; outras de escola; outras de saídas, cinemas, diversões; há ainda aquelas que nascem e a gente nem sabe de quê, mas que estão presentes.
Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação.
Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails e essas não são menos importantes.
São as famosas "amizades virtuais".
Diferentes até, mas não menos importantes.
Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos (e fazemos isso inconscientemente às vezes ) etiquetá-las.
Há amizades profundas que são criadas assim.
Saint-Exupéry disse: "Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante".
E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante.
Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido.
São lembranças para cinco minutos depois ou anos até.
Um amigo torna-se importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudade e nesse instante trazer o outro bem pertinho de nós.
Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras.
O importante é saber aproveitar o máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.
(recebi por e-mail da Amiga Regiane Aparecida Pexe)
Lindo!!! Amei!!!
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A verdade de cada um...
"Não adianta esconder a própria verdade.
Ela escapa por entre os dedos, revelando-se a quem tem olhos de ver.
Verdade que se oculta, demora na revelação.
Há quem olhe para fora, à procura de respostas que na verdade estão dentro, na intimidade de si mesmo. Há quem esconde tanto a própria realidade, que acaba perdendo contato com a verdade que mora dentro de si.
É mais interessante encontrar uma maneira de ser saudável, do que apenas estar saudável.
A decisão é nossa.
Está em jogo a nossa Felicidade."
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Sou um lugar sem rumo,
Sem receio de alcançar,
de mudar meu destino,
de fluir,
de voar.
Sou alma desnuda,
coração aberto,
vida incerta,
sonho secreto,
jeito novo de amar.
Sou rua deserta
correntezas de um rio,
sem nenhum lugar,
das incertezas.
Sou a beleza,
sou o sol,
sou o luar,
dádivas de uma vida,
caminhos a encontrar.
Percorro meu caminho,
sem pressa,
sem lutar,
encontro a verdade,
desencontros,
sem sentidos,
sem lógica,
sem mudar.
Sou como a flauta,
toco de mansinho,
baixinho,
com vontade
de cantar,
de ser ouvida,
de ser lida,
de ser enfim...
compreendida!!
(autor desconhecido - através do facebook por Sandra Mascarenhas)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Poemas
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
A Árvore dos meus AMIGOS
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigos.
Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e mãe.
Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho.
Muitos desses denominados amigos do peito, do coração.
São sinceros, são verdadeiros e nos trazem muitas alegrias.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes.
Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que os que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria através das lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.
Desejo a você, folha de, minha árvore. Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade.
(autor desconhecido)
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigos.
Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e mãe.
Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho.
Muitos desses denominados amigos do peito, do coração.
São sinceros, são verdadeiros e nos trazem muitas alegrias.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes.
Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que os que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria através das lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.
Desejo a você, folha de, minha árvore. Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade.
(autor desconhecido)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Os maus pensamentos intoxicam a alma.
Os maus pensamentos intoxicam a alma.
Atraem o pessimismo e as presenças doentias dos Espíritos pertubados e maus.
Mantém a tua mente presa às idéas positivas, iluminativas, aos programas de enobrecimento, de cuja conduta advirá o bem-estar íntimo e a alegria de viver.
O que pensares com insistência, hoje ou mais tarde se concretizará.
Os fatos se corporificam, de inicio, no campo mental, para depois se tornarem realidade no corpo físico.
Pensa no bem e banha-te com a luz do amor.
(Joanna de Ángelis - do Livro Vida Feliz)
Atraem o pessimismo e as presenças doentias dos Espíritos pertubados e maus.
Mantém a tua mente presa às idéas positivas, iluminativas, aos programas de enobrecimento, de cuja conduta advirá o bem-estar íntimo e a alegria de viver.
O que pensares com insistência, hoje ou mais tarde se concretizará.
Os fatos se corporificam, de inicio, no campo mental, para depois se tornarem realidade no corpo físico.
Pensa no bem e banha-te com a luz do amor.
(Joanna de Ángelis - do Livro Vida Feliz)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Dicas
Conta com Deus!
Não te queixes.
Trabalha.
Não te desculpes.
Aceita.
Não te lastimes.
Age.
Não provoques.
Silencia.
Não acuses.
Ampara.
Não te irrites.
Desculpa.
Não grites.
Pondera e explica.
Não reclames.
Coopera.
Não condenes.
Socorre.
Não te perturbes.
Espera.
Nada exijas dos outros.
Conta sempre com Deus.
(Emmanuel - Algo mais)
Para o Cego, é a luz.
Para o faminto, é o pão.
Para o sedento, é a fonte de água viva.
Para o enfermo, é a cura.
Para o prisioneiro, é a liberdade.
Para o solitário, é o companheiro.
Para o viajante, é o caminho.
Para o sábio, é a sabedoria.
Para a medicina, é o médico dos médicos.
Para o réu, é o advogado.
Para o advogado, é o Juiz.
Para o Juiz, é a justiça.
Para o cansado, é o alivio.
Para o pedreiro, é a pedra principal.
Para o jardineiro, é a rosa Sharon.
Para o triste, é a alegria.
Para o leitor, é a palavra.
Para o pobre, é o tesouro.
Para o devedor, é o perdão.
Para mim Ele é TUDO!!! É Deus!!!
(autor desconhecido)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Poemas
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A vida é uma oportunidade
A vida é uma oportunidade, aproveita-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saboreia.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, mereça-a.
A vida é a VIDA, defende-a.
(autora: Madre Teresa de Calcutá)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Vida Passageira
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais, algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar.
A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando este Édem e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao seu redor.
E descuidamos.
Cuidamos pouco.
De nós, dos outros.
Nos intristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosas.
Perdemos dias, as vezes anos.
Nos calamos quando deveriamos falar, falamos demais quando deveriamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porquê algo em nós impede esse aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automáticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos.
Dos outros.
Da vida de nós mesmos.
Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem mesmo?.
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa... passamos pela vida não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que inesperadamente, acordamos e olhamos pra traz.
E então perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de recontruir alguma coisa, de dar o braço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para atrás, o que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para a frente.
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Não o perca mais...!
(autor desconhecido)
Muitas flores são colhidas cedo demais, algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar.
A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando este Édem e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao seu redor.
E descuidamos.
Cuidamos pouco.
De nós, dos outros.
Nos intristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosas.
Perdemos dias, as vezes anos.
Nos calamos quando deveriamos falar, falamos demais quando deveriamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porquê algo em nós impede esse aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automáticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos.
Dos outros.
Da vida de nós mesmos.
Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem mesmo?.
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa... passamos pela vida não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que inesperadamente, acordamos e olhamos pra traz.
E então perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de recontruir alguma coisa, de dar o braço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para atrás, o que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para a frente.
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Não o perca mais...!
(autor desconhecido)
reflexões, alegria, sorriso, problema, cante
Reflexões
Assinar:
Comentários (Atom)



















